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	<title>Comentários sobre: Filho: Pai, o que são Embargos Infringentes?</title>
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		<title>Por: Glacir Gomes</title>
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		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2013 00:22:02 +0000</pubDate>
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		<description>Da Coluna de Augusto Nunes da veja 
21/09/2013  Direto ao Ponto

Desde 1500, o embargo infringente jamais premiou com um novo julgamento nem livrou da cadeia um único condenado pobre

Durante mais de duas horas, o ministro Celso de Mello ensinou, com a expressão superior de melhor da classe, que os embargos infringentes teriam de ser examinados pelo Supremo Tribunal Federal porque “ninguém, absolutamente ninguém pode ser privado do direito de defesa”. Se prevalecesse a tese defendida por Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Marco Aurélio, “estar-se-ia a negar a acusados o direito fundamental a um julgamento justo”, caprichou na mesóclise o decano do STF.

Quem acreditou no latinório do ministro decerto imagina que o escândalo do mensalão foi descoberto há oito dias, não há oito anos. Ou que os advogados dos quadrilheiros, contratados por alguns milhões de reais, foram impedidos de manter em funcionamento desde 2007 a usina de álibis, chicanas, manobras protelatórias, espertezas legais,  pressões criminosas e notícias plantadas na imprensa, fora o resto. Pelo que disse Celso de Mello, pode-se concluir que o processo que se arrasta há seis anos teria de ser anulado caso rejeitasse o recurso com nome de produto de limpeza.

Para desmontar a conversa fiada, bastam duas constatações. Primeira: de acordo com a Constituição, todos são iguais perante a lei. Segunda: desde o Descobrimento, não se sabe de um único e escasso condenado pobre, sem dinheiro para bacharéis dolarizados, que conseguiu com embargos infringentes ser julgado de novo pelo mesmo tribunal e livrar-se da cadeia.


http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/desde-1500-o-embargo-infringente-jamais-premiou-com-um-novo-julgamento-nem-livrou-da-cadeia-um-unico-brasileiro-pobre/?utm_source=redesabril_veja&amp;utm_medium=facebook&amp;utm_campaign=redesabril_veja</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da Coluna de Augusto Nunes da veja<br />
21/09/2013  Direto ao Ponto</p>
<p>Desde 1500, o embargo infringente jamais premiou com um novo julgamento nem livrou da cadeia um único condenado pobre</p>
<p>Durante mais de duas horas, o ministro Celso de Mello ensinou, com a expressão superior de melhor da classe, que os embargos infringentes teriam de ser examinados pelo Supremo Tribunal Federal porque “ninguém, absolutamente ninguém pode ser privado do direito de defesa”. Se prevalecesse a tese defendida por Joaquim Barbosa, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Marco Aurélio, “estar-se-ia a negar a acusados o direito fundamental a um julgamento justo”, caprichou na mesóclise o decano do STF.</p>
<p>Quem acreditou no latinório do ministro decerto imagina que o escândalo do mensalão foi descoberto há oito dias, não há oito anos. Ou que os advogados dos quadrilheiros, contratados por alguns milhões de reais, foram impedidos de manter em funcionamento desde 2007 a usina de álibis, chicanas, manobras protelatórias, espertezas legais,  pressões criminosas e notícias plantadas na imprensa, fora o resto. Pelo que disse Celso de Mello, pode-se concluir que o processo que se arrasta há seis anos teria de ser anulado caso rejeitasse o recurso com nome de produto de limpeza.</p>
<p>Para desmontar a conversa fiada, bastam duas constatações. Primeira: de acordo com a Constituição, todos são iguais perante a lei. Segunda: desde o Descobrimento, não se sabe de um único e escasso condenado pobre, sem dinheiro para bacharéis dolarizados, que conseguiu com embargos infringentes ser julgado de novo pelo mesmo tribunal e livrar-se da cadeia.</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/desde-1500-o-embargo-infringente-jamais-premiou-com-um-novo-julgamento-nem-livrou-da-cadeia-um-unico-brasileiro-pobre/?utm_source=redesabril_veja&#038;utm_medium=facebook&#038;utm_campaign=redesabril_veja" rel="nofollow">http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/desde-1500-o-embargo-infringente-jamais-premiou-com-um-novo-julgamento-nem-livrou-da-cadeia-um-unico-brasileiro-pobre/?utm_source=redesabril_veja&#038;utm_medium=facebook&#038;utm_campaign=redesabril_veja</a></p>
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		<title>Por: Glacir Gomes</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/educacao/filho-pai-o-que-sao-embargos-infringentes.html#comment-2018</link>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2013 18:21:00 +0000</pubDate>
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		<description>Fato, Não há nada de errado com aqueles que Não gostam de política serão governados por aqueles gostam.
Platão 347 aC</description>
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Platão 347 aC</p>
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		<title>Por: Glacir Gomes</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/educacao/filho-pai-o-que-sao-embargos-infringentes.html#comment-2017</link>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2013 15:30:42 +0000</pubDate>
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		<description>STF = Supremo Tribunal Federal
&quot;Supremo&quot; em que?</description>
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&#8220;Supremo&#8221; em que?</p>
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		<title>Por: Glacir Gomes</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/educacao/filho-pai-o-que-sao-embargos-infringentes.html#comment-2016</link>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Sep 2013 15:28:05 +0000</pubDate>
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		<description>(Y) Os do MENSALÃO deverão contar outra Estória*...
Porque a História será escrita e documentada.

*esta palavra é utilizada atualmente não como sinônimo de história, mas para distinguir a história de fatos reais das histórias das fábulas e contos infantis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(Y) Os do MENSALÃO deverão contar outra Estória*&#8230;<br />
Porque a História será escrita e documentada.</p>
<p>*esta palavra é utilizada atualmente não como sinônimo de história, mas para distinguir a história de fatos reais das histórias das fábulas e contos infantis.</p>
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