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	<title>Partido Verde Farroupilha &#187; Água</title>
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	<description>Filie-se ao Partido Verde - Farroupilha</description>
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		<title>Qualidade de vida, Como seria o bairro ideal</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 04:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Idéias & Reciclagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Para imaginar, selecionamos projetos e ideias sustentáveis que foram implantadas em cidades do mundo todo, visando, entre outros benefícios, a produção de energia limpa, a redução da emissão de gases poluentes, a implantação de hortas comunitárias e o incentivo ao comércio local. Juntas, elas garantiriam a construção do bairro mais acolhedor de uma cidade Por: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Para imaginar, selecionamos projetos e ideias sustentáveis que foram implantadas em cidades do mundo todo, visando, entre outros benefícios, <span id="more-353"></span>a produção de energia limpa, a redução da emissão de gases poluentes, a implantação de hortas comunitárias e o incentivo ao comércio local. Juntas, elas garantiriam a construção do bairro mais acolhedor de uma cidade</span></div>
<div>
<div id="sPag1">
<div>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/qualidade.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-433" title="qualidade" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/qualidade.jpg" alt="" width="225" height="224" /></a>Por: Rafael Tonon</span></p>
<div id="content_hidden"><span style="font-size: medium;"> </span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Para imaginar como ele seria, selecionamos projetos e ideias sustentáveis implantadas em cidades do mundo todo e colocamos tudo em volta do mesmo quarteirão. Com horta comunitária, baixa emissão de gases, produção de energia limpa e comércio local, seria o metro quadrado mais acolhedor da cidade. </span></div>
<p><span style="font-size: medium;">Em Bundanoon, Austrália, as garrafas de água descartáveis foram abolidas, já que no país o consumo anual é de 600 milhões de litros &#8211; o que gera cerca de 60 mil toneladas de emissões de CO2. Todas as ruas foram abastecidas com bebedouros com água filtrada, onde é possível beber e encher garrafões para usar em casa. Toda a água da chuva que cai sobre a fonte da praça Potsdamer Platz, em Berlim, é colhida e utilizada na irrigação de plantas e hortas, além de ser usada para limpar os vasos sanitários e na extinção de incêndios das construções da região, em um projeto que alia um espaço público ao planejamento urbano sustentável.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> Na cidade de Daca, em Bangladesh, todos os resíduos sólidos orgânicos são separados e então utilizados para compostagem, que depois é vendida para empresas de fertilizantes. Com isso, foi possível reduzir 1270 toneladas de CO2 em um ano (evitando a queima desses resíduos). Em Santana do Par¬naíba, uma cooperativa de reciclagem criou projeto que visa a coleta seletiva por meio de conscientização da população. Todo o lixo da comunidade é reciclado, o que gera emprego a 69 catadores.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Copenhague possui 340 km de ciclovias e até as estradas têm corredores para ciclistas. As ruas ganharam estacionamentos públicos para as bikes e é possível carregá-las no trem ou metrô. Em Milão, uma das linhas de metrô (vermelha) funciona graças à energia solar &#8211; são 23 mil m2 de placas capazes de gerar 1,4 milhão de quilowatts de energia por ano. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ao sul de Londres, uma ecovila reúne 100 casas com emissão zero em plena cidade. Tudo é ecoeficiente: das grandes janelas para iluminação natural (que evita gastos com eletricidade) até placas solares e &#8220;cata-ventos&#8221; coletores de energia eólica.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Em Sydney, Austrália, um projeto da prefeitura garante que todos os moradores tenham acesso ao centro da cidade em até 30 minutos utilizando transporte público. Para isso, foram criadas linhas integradas de metrô e ônibus. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Cincinnati, nos EUA, aprovou uma medida que fornece até 100% de isenção fiscal para imóveis recém-construídos ou reabilitados, comerciais ou residenciais, que seguem preceitos mínimos de construção verde (como matérias-primas sustentáveis, uso racional de energia, iluminação natural etc.). </span><span style="font-size: medium;"> </span></p>
</div>
</div>
</div>
<div id="box-compartilhe"><span style="font-size: medium;"><script type="text/javascript"></script>  Para imaginar como ele seria, selecionamos projetos e ideias sustentáveis implantadas em cidades do mundo todo e colocamos tudo em volta do mesmo quarteirão. Com horta comunitária, baixa emissão de gases, produção de energia limpa e comércio local, seria o metro quadrado mais acolhedor da cidade. </span></div>
<p><span style="font-size: medium;">Em Bundanoon, Austrália, as garrafas de água descartáveis foram abolidas, já que no país o consumo anual é de 600 milhões de litros &#8211; o que gera cerca de 60 mil toneladas de emissões de CO2. Todas as ruas foram abastecidas com bebedouros com água filtrada, onde é possível beber e encher garrafões para usar em casa. Toda a água da chuva que cai sobre a fonte da praça Potsdamer Platz, em Berlim, é colhida e utilizada na irrigação de plantas e hortas, além de ser usada para limpar os vasos sanitários e na extinção de incêndios das construções da região, em um projeto que alia um espaço público ao planejamento urbano sustentável.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> Na cidade de Daca, em Bangladesh, todos os resíduos sólidos orgânicos são separados e então utilizados para compostagem, que depois é vendida para empresas de fertilizantes. Com isso, foi possível reduzir 1270 toneladas de CO2 em um ano (evitando a queima desses resíduos). Em Santana do Par¬naíba, uma cooperativa de reciclagem criou projeto que visa a coleta seletiva por meio de conscientização da população. Todo o lixo da comunidade é reciclado, o que gera emprego a 69 catadores.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Copenhague possui 340 km de ciclovias e até as estradas têm corredores para ciclistas. As ruas ganharam estacionamentos públicos para as bikes e é possível carregá-las no trem ou metrô. Em Milão, uma das linhas de metrô (vermelha) funciona graças à energia solar &#8211; são 23 mil m2 de placas capazes de gerar 1,4 milhão de quilowatts de energia por ano. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ao sul de Londres, uma ecovila reúne 100 casas com emissão zero em plena cidade. Tudo é ecoeficiente: das grandes janelas para iluminação natural (que evita gastos com eletricidade) até placas solares e &#8220;cata-ventos&#8221; coletores de energia eólica.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> Em Sydney, Austrália, um projeto da prefeitura garante que todos os moradores tenham acesso ao centro da cidade em até 30 minutos utilizando transporte público. Para isso, foram criadas linhas integradas de metrô e ônibus. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Cincinnati, nos EUA, aprovou uma medida que fornece até 100% de isenção fiscal para imóveis recém-construídos ou reabilitados, comerciais ou residenciais, que seguem preceitos mínimos de construção verde (como matérias-primas sustentáveis, uso racional de energia, iluminação natural etc.).</span></p>
<div><span style="font-size: medium;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Fonte:</span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/movimento/" target="_blank">http://planetasustentavel.abril.com.br/movimento/</a></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
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		<title>Clip de Mickael Jackson. A letra fala de desmatamento, pesca e poluição.</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 00:49:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Michael Jackson &#8211;  Earth Song  - Traduzido Filmado na África, Amazônia, Croácia e New York. O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem &#8220;Billie Jean&#8221;, nem &#8220;Beat it&#8221; e sim a ecológica &#8220;Earth Song&#8221;, de  1996. Earth Song Canção da Terra O que aconteceu com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><strong>Michael Jackson &#8211;  Earth Song  - Traduzido</strong><span id="more-740"></span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/michaelJ2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-742" title="michaelJ" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/michaelJ2.jpg" alt="" width="253" height="199" /></a></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/michaelJ2.jpg"></a>Filmado na África, Amazônia, Croácia e New York.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O vídeo é do single de maior  sucesso de Michael Jackson no Reino Unido,</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> que não foi nem &#8220;Billie Jean&#8221;, nem  &#8220;Beat it&#8221; e sim a ecológica &#8220;Earth Song&#8221;, de  1996.</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; font-size: medium;">Earth Song</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; font-size: medium;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/G24XMxt7fbY " /><embed height="350" width="425" src="http://www.youtube.com/v/G24XMxt7fbY " type="application/x-shockwave-flash"></embed></object><br />
</span></p>
<div id="letra_original">
<div><span style="font-weight: bold; font-size: medium;">Canção da Terra</span></div>
</div>
<div id="letra_traducao">
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com o nascer do sol?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com a chuva?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com todas as coisas,</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Que você disse que iríamos ganhar?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com os campos de extermínio?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Essa é a hora.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com todas as coisas,</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Que você disse que eram nossas?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Você já parou para pensar em</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Todo o sangue derramado antes de nós?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Você já parou para pensar que</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">A Terra e os mares estão chorando?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que fizemos para o mundo?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Olhe o que fizemos.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com toda a paz?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Que você prometeu a seu único filho?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com os campos floridos?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Essa é a hora.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com todos os sonhos</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Que você disse serem nossos?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Você já parou pra pensar,</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Sobre todas as crianças mortas pela a guerra?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Você já parou para pensar que</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">A Terra e os mares estão chorando?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Eu costumava sonhar</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Costumava viajar além das estrelas</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Agora já não sei onde estamos</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Embora saiba que fomos muitos longe</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com o passado?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que aconteceu com os mares?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O céu está caindo</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Não consigo nem respirar</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E a apatia?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Eu preciso de você.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E o valor da natureza?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(ooo, ooo)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">É o ventre do nosso planeta.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E os animais?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Fizemos de reinados, poeira.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E os elefantes?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Perdemos a confiança deles?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E as baleias chorando?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Estamos destruindo os mares</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E as florestas?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(ooo, ooo)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Queimadas, apesar dos apelos</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E a terra prometida?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Dilacerada pela ganância</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E o homem comum?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Não podemos libertá-lo?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E as crianças morrendo?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Não consegue ouvi-las chorar?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O que fizemos de errado?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(ooo, ooo)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Alguém me fale o porquê</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E os bebês?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E os dias?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E toda a alegria?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E o homem?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">O homem chorando?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E Abraão?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(O que aconteceu conosco?)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">E a morte de novo?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">(ooo, ooo)</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">A gente se importa?</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Aaaaaaaaah Oooooooooh</span></div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Casca de banana para despoluir água</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/ideias-reciclagem/casca-de-banana-para-despoluir-agua-2.html</link>
		<comments>https://www.pvfar.com.br/index.php/ideias-reciclagem/casca-de-banana-para-despoluir-agua-2.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 03:26:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[despoluir]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[SANEAMENTO BÁSICO]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem poderia imaginar que um material que ninguém dá valor, como a casca da banana, poderia ser usado para despoluir a água? Foi a essa conclusão que a doutoranda Milena Boniolo chegou. Ela já procurava formas de descontaminar o líquido, mas todos os métodos eram caros. O que não adiantaria muito, já que as menores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: medium;">Quem poderia imaginar que um material que ninguém dá valor, como a casca da  banana, poderia ser usado para despoluir a água?<span id="more-507"></span><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/banana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-508" title="banana" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/banana-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Foi a essa conclusão que a doutoranda Milena Boniolo chegou. </span><br />
<span style="font-size: medium;">Ela já  procurava formas de descontaminar o líquido, mas todos os métodos eram  caros.</span><br />
<span style="font-size: medium;">O que não adiantaria muito, já que as menores empresas não poderiam  investir nisso. </span><br />
<span style="font-size: medium;">A partir dessa descoberta, ela produziu um pó que pode  livrar a água de metais pesados.</span><br />
<span style="font-size: medium;">A ideia veio depois que Milena assistiu a  uma reportagem que falava sobre o desperdício de frutas no Brasil.</span><br />
<span style="font-size: medium;">O que é um  grande problema hoje. </span>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">Em casa mesmo, ela fez a primeira experiência: </span><br />
<span style="font-size: medium;">Cascas de banana foram colocadas em assadeiras e ficaram secando ao sol  durante quase uma semana. </span><br />
<span style="font-size: medium;">Depois disso, elas foram todas trituradas e  passaram por uma peneira especial. </span><br />
<span style="font-size: medium;">Esse pó que se forma foi misturado com a  água contaminada, para limpá-la.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Já no laboratório, ela chegou à  conclusão de que, a cada processo, a água era 65% descontaminada. </span><br />
<span style="font-size: medium;">Então,  quanto mais vezes se aplicar o material à água, mais limpa ela fica. </span><br />
<span style="font-size: medium;">Isso  acontece por causa daquela lei da química de que os opostos se atraem </span><br />
<span style="font-size: medium;">(porque a casca da banana tem um número grande de moléculas carregadas  negativamente).</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A pesquisadora já recebeu convites para apresentar o  projeto no Brasil e na Inglaterra e</span></p>
</div>
<div><span style="font-size: medium;">também ganhou o prêmio Jovem Cientista.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Esperamos que ideias como essa sejam realmente colocadas em prática,  principalmente nas indústrias,</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">o que seria bom tanto para a limpeza quanto para dar um fim melhor a todas  essas cascas de banana que seriam jogadas fora todos os  dias!</span>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: medium;">Fonte:</span><br />
<a href="Quem poderia imaginar que um material que ninguém dá valor, como a casca da banana, poderia ser usado para despoluir a água?   Foi a essa conclusão que a doutoranda Milena Boniolo chegou.  Ela já procurava formas de descontaminar o líquido, mas todos os métodos eram caros. O que não adiantaria muito, já que as menores empresas não poderiam investir nisso.  A partir dessa descoberta, ela produziu um pó que pode livrar a água de metais pesados. A ideia veio depois que Milena assistiu a uma reportagem que falava sobre o desperdício de frutas no Brasil. O que é um grande problema hoje.    Em casa mesmo, ela fez a primeira experiência:  Cascas de banana foram colocadas em assadeiras e ficaram secando ao sol durante quase uma semana.  Depois disso, elas foram todas trituradas e passaram por uma peneira especial.  Esse pó que se forma foi misturado com a água contaminada, para limpá-la.  Já no laboratório, ela chegou à conclusão de que, a cada processo, a água era 65% descontaminada.  Então, quanto mais vezes se aplicar o material à água, mais limpa ela fica.  Isso acontece por causa daquela lei da química de que os opostos se atraem  (porque a casca da banana tem um número grande de moléculas carregadas negativamente).  A pesquisadora já recebeu convites para apresentar o projeto no Brasil e na Inglaterra e também ganhou o prêmio Jovem Cientista.  Esperamos que ideias como essa sejam realmente colocadas em prática, principalmente nas indústrias,  o que seria bom tanto para a limpeza quanto para dar um fim melhor a todas essas cascas de banana que seriam jogadas fora todos os dias!  Fonte: http://www.docol.com.br/planetaagua/casca-de-banana-para-despoluir-agua/ 23 de fevereiro de 2011" target="_blank"><span style="font-size: medium;">http://www.docol.com.br/planetaagua/casca-de-banana-para-despoluir-agua/</span></a><br />
<span style="font-size: medium;">23  de fevereiro de 2011</span></p>
</div>
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		<title>Mais da metade dos municípios podem ficar sem água em 2015</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 17:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diagnóstico da Agência Nacional de Águas mostra que R$ 22 bilhões devem ser investidos para evitar a escassez Fonte: Revista Exame Luana Lourenço, da AGÊNCIA BRASIL &#8211; Hidrografia  &#8211;  22/03/2011  - Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Verdana;">Diagnóstico da Agência Nacional de Águas mostra que R$ 22 bilhões devem ser investidos para evitar a escassez<span id="more-358"></span></span></span></div>
<div><span style="font-size: medium;"></span></div>
<p><span style="font-size: medium;"></p>
<div>Fonte: <strong><a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/mais-da-metade-dos-municipios-podem-ficar-sem-agua-em-2015" target="_blank">Revista Exame</a></strong> Luana Lourenço, da AGÊNCIA BRASIL &#8211; Hidrografia  &#8211;  22/03/2011 </div>
<p></span></p>
<div><a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/modelo-ajuda-belo-monte-a-sair-do-papel" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-446" title="rio" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/rio-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>- Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade dos municípios. O diagnóstico está no Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água, lançado hoje (22) pela Agência Nacional de Águas (ANA). O levantamento mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez.</div>
<div> </div>
<p> </p>
<div>
<p>Considerando a disponibilidade hídrica e as condições de infraestrutura dos sistemas de produção e distribuição, os dados revelam que em 2015, 55% dos municípios brasileiros poderão ter déficit no abastecimento de água, entre eles grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal. O percentual representa 71% da população urbana do país, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.</p>
<p>“A maior parte dos problemas de abastecimento urbano do país está relacionada com a capacidade dos sistemas de produção, impondo alternativas técnicas para a ampliação das unidades de captação, adução e tratamento”, aponta o relatório.</p>
<p>O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, disse que o atlas foi elaborado para orientar o planejamento da gestão de águas no país. Segundo ele, como atualmente mais de 90% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede de abastecimento de água, a escassez parece uma ameaça distante, como se não fosse possível haver problemas no futuro. “Existe uma cultura da abundância de água que não é verdadeira, porque a distribuição é absolutamente desigual. O atlas mostra que é preciso se antecipar a uma situação para evitar que o quadro apresentado [de déficit] venha a ser consolidado”, avalia.</p>
<p>De acordo com o levantamento, as regiões Norte e Nordeste são as que têm, relativamente, os maiores problemas nos sistemas produtores de água. Apesar de a Amazônia concentrar 81% do potencial hídrico do país, na Região Norte menos de 14% da população urbana é atendida por sistemas de abastecimento satisfatórios. No Nordeste, esse percentual é de 18% e a região também concentra os maiores problemas com disponibilidade de mananciais, por conta da escassez de chuvas.</p>
<p>O documento da ANA calcula em R$ 22,2 bilhões o investimento necessário para evitar que o desabastecimento atinja mais da metade das cidades brasileiras. O dinheiro deverá financiar um conjunto de obras para o aproveitamento de novos mananciais e para adequações no sistema de produção de água.</p>
<p>A maior parcelas dos investimentos deverá ser direcionada para capitais, grandes regiões metropolitanas e para o semi-árido nordestino. “Em função do maior número de aglomerados urbanos e da existência da região do semi-árido, que demandam grandes esforços para a garantia hídrica do abastecimento de água, o Rio de Janeiro, São Paulo, a Bahia e Pernambuco reúnem 51% dos investimentos, concentrados em 730 cidades”, detalha o atlas.</p>
<p>“Esperamos que os órgãos executores assumam o atlas como referência para os projetos. Ele é um instrumento de planejamento qualificado, dá a dimensão de onde o problema é grande e precisa de grandes investimentos e onde é pequeno, mas igualmente relevante”, pondera Andreu.</p>
<p>Além do dinheiro para produção de água, o levantamento também aponta necessidade de investimentos significativos em coleta e tratamento de esgotos. O volume de recursos não seria suficiente para universalizar os serviços de saneamento no país, mas poderia reduzir a poluição de águas que são utilizadas como fonte de captação para abastecimento urbano.</p>
<p>Andreu espera que o diagnóstico subsidie a elaboração de projetos integrados, compartilhados entre os órgão executores. “Ao longo do tempo, o planejamento acabou se dando apenas no âmbito do município, que busca uma solução isolada, como se as cidades fossem ilhas. É preciso buscar uma forma de integração, de planejamento mais amplo, preferencialmente por bacia hidrográfica”, sugere o diretor-presidente da agência reguladora. “Ainda não estamos no padrão de culturas que já assumiram mais cuidado com a água. Mas estamos no caminho, e o atlas pode ser um instrumento dessa mudança”.</p>
</div>
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		<title>Terra tem apenas 3% de água, saiba onde cada gota vale ouro</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 15:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. Fonte: Revista Exame Vanessa Barbosa Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana distribui-se de forma desigual pelo globo. Segundo levantamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: medium;">Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. <span id="more-340"></span></span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/os-10-paises-em-risco-extremo-de-falta-de-agua?p=1#link" target="_blank"><strong>Revista Exame </strong></a>Vanessa Barbosa</span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana distribui-se de forma desigual pelo globo.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Segundo levantamento da consultoria britânica Maplecroft, os países do Oriente Médio &#8211; palco de um sem número de conflitos econômicos e políticos &#8211; são os mais vulneráveis à falta de água. Nessas regiões, cada gota pode emergir como uma nova fonte de instabilidade. Em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, como Iraque e Arábia Saudita, a escassez de água vem se tornando crítica há gerações.</span><br />
<span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<span style="font-size: medium;">O problema também integra o conflito na Faixa de Gaza entre Israel e os palestinos do grupo Hamas. Outros países vulneráreis já sentem os efeitos do aquecimento global, à exemplo da Mauritânia, no Saara (foto). Não há mais chuvas e os termômetros registram altas recordes de temperatura, que afetam a produção de alimentos e deixam sedenta a população. A seguir, você confere a lista dos 10 países em risco extremo de &#8220;secar&#8221; nos próximos anos.</span> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/seca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-415" title="seca" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/seca-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></div>
<h2><span style="font-size: medium;">1 &#8211; Mauritânia</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- Situada no noroeste da África, na região do deserto do Saara, a Mauritânia é o país mais vulnerável do mundo à crise de água. Pelo menos 90% de todo o estado é dependente do abastecimento de água externo. Com apenas um rio em seu território para provisão durante todo o ano, o país é quase inteiramente seco. O rio que o atravessa, o Senegal, faz ainda fronteira com outros quatro países e tem suas margens constantemente invadidas por tribos africanas. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O crescimento populacional, estimado em 3% ao ano, aumenta mais ainda a demanda por água, bem como os riscos de poluição deste recurso natural. Em 2005, estima-se que o governo da Mauritânia gastou cerca de 15 milhões de dólares para o tratamento de doenças de transmissão hídrica. A desertificação acelerada combinada à redução das chuvas e a falta de uma rede de distribuição de água agravam o quadro de escassez de água no país, classificado pela Maplecroft como de &#8220;risco extremo&#8221;.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">2 &#8211; Kuwait</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- O pequeno país do Oriente Médio e rei do petróleo corre &#8220;risco extremo&#8221; de desabastecimento de água, segundo o relatório da Maplecroft. Rodeado pelo deserto, o Kuwait é considerado o país mais seco do mundo e o único onde não existe água doce. Não há, ao longo de seus 18 mil km² de território, nenhuma reserva, rios ou lagos, nem mesmo aquíferos subterrâneos de água doce.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Aproximadamente 75% de toda a água potável consumida no país precisa ser dessalinizada ou importada. Essa é uma questão estratégica devido às altas temperatura da região, à falta de chuva e à deteriorização do solo para cultivo. A escassez de água doce é, inclusive, o principal entrave para o desenvolvimento da agricultura no país.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">3 &#8211; Jordânia</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- A insuficiência de recursos hídricos neste país desértico e de temperaturas elevadas no Oriente Médio é crítica. Em algumas regiões, o abastecimento de água acontece apenas uma vez por semana. Os reservatórios existentes são explorados de maneira tão intensa a ponto de ameaçar o fornecimento no longo prazo para os cerca de 6 milhões de habitantes e os setores de agricultura, industria.</span><br />
<span style="font-size: medium;">A geografia de planalto e bastante acidentada do país dificulta o abastecimento.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Um dos principais problemas alí é o bombeamento da água do Vale do Jordão, localizado abaixo do nível do mar até às cidades, a mais de mil metros de altitude. Boa parte do sistema está obsoleto, o que prejudica o desempenho e força o consumo de energia do país. O uso das água do Jordão também é dificultado pelo fato de se tratar de uma fonte fronteiriça e motivo de atrito entre Israel e Jordânia. O rio fornece entre 25% e 30% da água de Israel e 75% da água da Jordânia.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">4 &#8211; Egito</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- Verões rigorosos, demanda crescente e aumento constante das tarifas tornam a situação do abastecimento de água no Egito bastante complicada. Faltam sistemas de saneamento em larga escala e menos de 15% da população conta com esgoto tratado.</span><br />
<span style="font-size: medium;">Durante o verão de 2008, muitos pessoas chegaram a beber água diretamente do próprio Nilo, o que causou uma série de infecções.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Em muitos casos, nas áreas rurais onde não há canalização, os dejetos ficam a céu aberto, contaminando o solo e consequentemente os escassos lençóis freáticos. O acesso ao Rio Nilo, sem o qual o Egito seria um mero deserto, também está cada vez mais disputado por outros países, como Uganda, Etiópia, Ruanda e Tanzânia. A totalidade da população egípcia, estimada em 80 milhões de habitantes, retira do Nilo 90% de seus recursos hídricos.</span></p>
<div>
<div>
<h2><span style="font-size: medium;">5 &#8211; Israel</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; Em Israel, como em todo o Oriente Médio, água é assunto político. O estado ocupa o vale do Rio Jordão há mais de quatro décadas e não concede acesso à suas margens pelos palestinos, detendo o fornecimento. Estima-se que o estado judeu destina 80% da água do rio para suprir o próprio consumo e 20% para os palestinos.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Durante o verão de 2008, Israel enfrentou sua pior crise de abastecimento de água. Para contornar a situação, o país teve que cavar poços artesianos que estavam reservados para serem usados apenas dois anos depois. O fornecimento de água na região é feito pelo processo de dessalinização, que recebe, anualmente, investimentos vultosos.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">6 &#8211; Nigéria</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; A crise de abastecimento na Nigéria não se dá pela falta de água, já que o país possui reservas, lagos e rios em abundância, mas pela falta de sistemas adequados de tratamento e purificação. Apenas 9% dos nigerianos têm acesso à esgoto tratado e saneamento. Tanto que doenças ligadas à água estão entre as principais causas de morte no país.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Quarto país na lista de &#8220;riscos extremos&#8221;, a Nigéria é 90% dependente do abastecimento de água externa e passa por uma crise humanitária causada, em grande medida, pela seca que atingiu o país no ano passado, e também pelos prejuízos nas colheitas.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">7 &#8211; Iraque</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; O acesso à água no Iraque, um dos piores do mundo, soma-se a outros problemas que assolam a população local, como a violência sectária e os conflitos políticos. Anos de guerra afetaram profundamente a fragilizada infraestrutura hídrica do país, o que tem desencadeado tensões armadas e deslocamentos populacionais, aumentando ainda mais a pressão sobre este recurso natural.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A poluição é outra ameaça ao abastecimento de água potável que deixa milhões de iraquianos em perigo. Além disso, os rios Tigre e Eufrates estão lentamente diminuindo e, em algumas localidades, já não conseguem fornecer água em quantidade suficiente.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">8 &#8211; Omã</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; A incerteza paira sobre os recursos hídricos deste pequeno país árabe. Secas constantes e um número limitado de chuvas ajudam a aumentar as pressões sobre o fornecimento de água para uso agrícola e também doméstico.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O solo de Oman está cada vez mais salinizado pela exploração desenfreada e mal coordenada das reservas subterrâneas de água doce, o que muitas vezes permite a invasão de água salgada no lençol freático das planícies costeiras.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">9 &#8211; Emirados Árabes</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; A escassez de água é uma das questões que mais tem determinado as opções tecnológicas dos Emirados Árabes, confederação no Golfo Pérsico formada por Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah. O clima do país é árido, com temperaturas muito elevadas no verão.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Para driblar este cenário nada favorável, os Emirados têm investido em unidades de dessalinização da água do mar. Só Dubai deverá investir cerca de 20 milhões de dólares neste sistema nos próximos sete anos. Até 2025, etima-se que será necessário investir 200 milhões de dólares em programas de infraestrutura e de tratamento de esgoto.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">10 &#8211; Síria</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; O acesso à água potável é um desafio diário para a população da Síria. Em muitas regiões do norte do país, a água da chuva é coletada e carregada por burros até as cidadezinhas que sofrem com a escassez do recurso.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A maior parte da água é usada na agricultura, que exige um sistema de intenso de irrigação, enquanto apenas 9% da água destina-se ao suprimento das demandas domésticas.</span></p>
</div>
</div>
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		<title>Isso é desenvolvimento sustentável</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 18:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenvolvimento sustentável: &#8220;O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvimento sustentável: <span id="more-255"></span><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sustentabilidade06.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-269" title="sustentabilidade06" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sustentabilidade06.jpg" alt="" width="232" height="177" /></a></p>
<p>&#8220;O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.&#8221;</p>
<p>Fonte: Wikipédia</p>
<p>&#8220;Utilização sustentável significa a utilização de componentes da diversidade biológica de modo e em ritmo tais que não levem, no longo prazo, à diminuição da diversidade biológica, mantendo assim seu potencial para atender as necessidades e aspirações das gerações presentes e futuras.&#8221;</p>
<p>Fonte: Convenção sobre Diversidade Biológica – Artigo 2º &#8211; Utilização de Termos (site Nações Unidas no Brasil – ONU Brasil)</p>
<p><a href="http://fatoseangulosbloginfo.blogspot.com/2010/11/isso-e-desenvolvimento-sustentavel.html Desenvolvimento Sustentável - Imagens " target="_blank">http://fatoseangulosbloginfo.blogspot.com/2010/11/isso-e-desenvolvimento-sustentavel.html<br />
Desenvolvimento Sustentável &#8211; Imagens </a></p>

<a href='https://www.pvfar.com.br/index.php/textos-interessantes/isso-e-desenvolvimento-sustentavel-3.html/attachment/recicle5-2' title='recicle5'><img width="150" height="150" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/recicle51-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="recicle5" title="recicle5" /></a>
<a href='https://www.pvfar.com.br/index.php/textos-interessantes/isso-e-desenvolvimento-sustentavel-3.html/attachment/recicle1' title='recicle1'><img width="150" height="150" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/recicle1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="recicle1" title="recicle1" /></a>
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		<title>Qual é o país mais verde do mundo?</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 03:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É a Islândia, que lidera o EPI (sigla em inglês para Índice de Performance Ambiental). Nesse ranking, publicado a cada dois anos pelas universidades Columbia e Yale, nos EUA, os países são classificados de acordo com as medidas adotadas para proteger o meio ambiente Fonte: Planeta Sustentável potência ambiental  Victor Bianchin* A avaliação considera 25 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-size: medium;">É a Islândia, que lidera o EPI (sigla em inglês para Índice de Performance  Ambiental). <span id="more-522"></span><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/qual-e-o-pais.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-525" title="qual-e-o-pais" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/qual-e-o-pais-300x154.jpg" alt="" width="300" height="154" /></a></span></h3>
<h3><span style="font-size: medium;">Nesse ranking, publicado a cada dois anos pelas universidades  Columbia e Yale, nos EUA, os países são classificados de acordo com as medidas  adotadas para proteger o meio ambiente</span></h3>
<div id="sPag1">
<div>
<h3><span style="font-size: medium;">Fonte: <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/qual-pais-mais-verde-mundo-627542.shtml" target="_blank">Planeta Sustentável</a> potência ambiental  Victor Bianchin*</span></h3>
<p><span style="font-size: medium;">A avaliação considera 25 critérios, divididos em oito categorias, cada  uma com um peso, e a maioria dos dados vem de organizações internacionais, como  a ONU e o Banco Mundial. A especialista em políticas ambientais Angel Hsu,  gerente do EPI, porém, adverte que &#8220;o índice não responde se as medidas de  preservação estão melhorando ou piorando&#8221;. Apesar das deficiências, o EPI é a  avaliação ambiental mais abrangente, com 163 países estudados. Alguns deles,  como a China, mantêm contato com os pesquisadores do índice para melhorar os  indicadores ambientais</span></p>
</div>
</div>
<div id="content_hidden">
<p><span style="font-size: medium;"><strong>PELA PRÓPRIA NATUREZA </strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">Comparamos oito países nos  principais critérios de avaliação ambiental <strong></strong> </span><br />
<span style="font-size: medium;">• Na  Islândia, 96% da água para consumo humano vem de minas e poços</span><br />
<span style="font-size: medium;">• Segundo a  OMS, a exposição a fatores ambientais é parcialmente responsável por 85  doenças</span><br />
<span style="font-size: medium;">• Cada barco pesqueiro da Islândia tem uma cota máxima para explorar  e a fiscalização é rígida</span><br />
<span style="font-size: medium;">• Em Reykjavík, capital islandesa, um sistema com  água quente natural aquece os prédios desde 1930</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>PASSO A  PASSO</strong> &#8211; Entenda os critérios de avaliação do EPI </span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>BIODIVERSIDADE</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">A porcentagem de território em que a  natureza é protegida é avaliada. A Islândia tem cerca de 100 reservas, com área  total de 20 mil km2. Como mais de 60% da população vive na capital, Reykjavík,  há vastas áreas com pouca presença humana</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>ÁGUA</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">O  impacto do líquido é medido pelo acesso da população a saneamento adequado e a  água potável. Em relação ao ambiente, avaliam-se a qualidade da água, a  porcentagem de território com excesso de demanda por água e o nível de  escassez</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>POLUIÇÃO DO AR</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">Calculam-se as emissões  tóxicas em ambientes externos e internos &#8211; vindas de eletrodomésticos, produtos  químicos etc. Para medir o efeito da poluição no ecossistema, são analisados os  níveis de emissão de compostos químicos específicos</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>FARDO  AMBIENTAL DE DOENÇAS</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima  quantos anos de vida são perdidos por doenças relacionadas a fatores ambientais.  Entram na conta, por exemplo, pessoas com expectativa de 70 anos que tenham  morrido aos 20 por malaria</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>MUDANÇAS CLIMÁTICAS</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">Avalia  a emissão de gases causadores do efeito estufa, além do gás carbônico gerado  para produzir eletricidade. Na Islândia, como 95% da energia é de origem  geotérmica, o país já deixou de emitir mais de 100 milhões de toneladas de CO2  desde 1944</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>AGRICULTURA</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">A nota é formada pela  quantidade de água usada em lavouras, incentivos públicos que interferem na  agricultura e a legislação sobre o uso de agrotóxicos. A agricultura na Islândia  quase não polui, já que apenas 1% do território é usado para  cultivo</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>PESCA</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">Mede-se quanto a pesca avança na cadeia  alimentar. O normal é caçar os peixes mais robustos &#8211; se existe necessidade de  pescar os menores, há um desequilíbrio. Outro aspecto analisado é a pesca com  redes, que devasta a fauna  marinha</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>SILVICULTURA</strong></span><br />
<span style="font-size: medium;">Avaliam-se o volume de árvores e  a extensão de área florestada. Desde o início do século 20, a Islândia tem leis  contra a degradação do solo e das florestas. Existe até um órgão especial para  isso: o Serviço Estadual de Conservação do Solo</span></p>
<p><strong><span style="font-size: medium;">* Edição de Tiago Jokura  e design de Babi Ribeiro</span></strong></p>
</div>
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		<title>Rio não é esgoto. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 02:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A necessidade urgente de providencias basicas das autoridades e uma conscientização ambiental da população. MEIO AMBIENTE – Ecologia Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico; Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso. Ele é fundamental para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A necessidade urgente de </strong><strong><strong>providencias basicas das autoridades e</strong> </strong><strong>uma conscientização ambiental da população.<span id="more-197"></span></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rioLixo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-472" title="rioLixo" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rioLixo-300x119.jpg" alt="" width="300" height="119" /></a></strong></p>
<p><strong>MEIO AMBIENTE – Ecologia</strong></p>
<p><strong>Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico;</strong></p>
<p><strong>Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado.</strong></p>
<p><strong>O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</strong></p>
<p><strong>Ele é fundamental para evitar as doenças a poluição, proteger o meio ambiente e a saúde das pessoas. Mais Produtos ecológicos… Unificar lista de produtos proibidos que são aplicados na agricultura</strong></p>
<hr />
<h3><strong>Rio não é esgoto</strong><strong> – 09.12.2010 </strong><strong>Foto de Bruno Montenegro</strong></h3>
<p><strong>Depois de quatro meses de intensos trabalhos, está chegando ao fim a CPI dos Rios, presidida pelo vereador Paulo Messina (PV). As principais conclusões dizem respeito à maneira como a Prefeitura lida com o problema, optando por soluções emergenciais em vez de um processo contínuo de manutenção das bacias hidrográficas do Rio de Janeiro. Na outra vertente, a necessidade de uma conscientização ambiental da população, principalmente das comunidades carentes que estão à beira dos rios. Esforço que pode ser resumido na frase que encerra esta entrevista: rio não é esgoto.</strong></p>
<p><strong>O que motivou a criação da CPI dos Rios?</strong></p>
<p><strong>Foram duas coisas: primeiro, uma série de reportagens de O GLOBO denunciando que os rios da cidade estavam sem manutenção. Em segundo lugar um relatório do Tribunal de Contas do Município, que dava conta de que àquela época 52% dos contratos de manutenção dos rios estavam suspensos. De posse dessas informações nos começamos a trabalhar para apurar a causa deste estado de coisas, que piorou de lá para: hoje todos os contratos de manutenção estão suspensos.</strong></p>
<p><strong>A CPI está trabalhando desde agosto. Qual são os principais pontos do relatório que deverá ser entregue daqui a duas semanas?</strong></p>
<p><strong>Hoje, 100% dos rios das bacias da Guanabara e Oceânica estão sem manutenção por falta de verbas. E estas bacias são importantíssimas, porque abrangem rios da Zona Norte, Centro e Zona Sul. Sejam rios pequenos ou grandes estão todos abandonados, sem nenhum contrato de manutenção porque a Rio-Águas não tem verbas para este processo.  Então, em nosso relatório, vamos destacar que as bacias necessitam de manutenção constante, não podem ser apenas obras eventuais como a Prefeitura está fazendo, pois duas semanas depois  chove novamente e volta tudo à estaca zero.</strong></p>
<p><strong>Pelo o que se viu até agora, a Prefeitura só tem trabalhado desta forma emergencial. É uma questão de verbas ou de gestão?</strong></p>
<p><strong>É uma questão de gestão. O município tem verba sobrando. Para você ter uma idéia, o orçamento da Prefeitura para 2010 foi de R$ 13 bilhões de reais. Para 2011, o orçamento será de R$ 18 bilhões de reais. Ou seja, um aumento de quase 40%. Será que não existe uma disponibilidade de R$ 5 milhões ou R$ 10 milhões para realizar a manutenção dos rios de nossas bacias? Não estou falando nem de grandes obras ou intervenções, como são necessárias na Zona Oeste, mas apenas de manutenção.</strong></p>
<p><strong>Segundo a Rio-Águas, a Prefeitura gastou R$ 28 milhões na limpeza e desassoreamento dos principais rios da cidade. Isso é suficiente?</strong></p>
<p><strong>Claro que não. Você gasta 28, 30 milhões em obras emergenciais e duas semanas depois foi tudo por água abaixo, O que nós precisamos é de uma manutenção contínua.</strong></p>
<p><strong>O que vai acontecer ao final dos trabalhos da CPI?</strong></p>
<p><strong>Nossa primeira atitude será apresentar este relatório ao prefeito, para que ele tome consciência da gravidade da situação. Em seguida, vamos apresentar emendas ao orçamento da prefeitura para que a Rio-Águas tenha dinheiro para fazer este trabalho de manutenção.  Se até fevereiro não acontecer nada, vamos entregar o problema ao Ministério Público, porque alguém terá se quer responsabilizado pelas tragédias que irão acontecer com as chuvas de verão que estão previstas para 2011.</strong></p>
<p><strong>O que é que o cidadão consciente pode fazer neste momento para ajudar o Rio de Janeiro a cuidar melhor de suas águas?</strong></p>
<p><strong>As principais razões que fazem um rio encher e transbordar são: primeiro, o assoreamento,  e, em seguida, a quantidade de lixo e resíduos sólidos atirados dentro dele. O assoreamento é um processo natural, mas que é agravado pela quantidade de esgoto e lixo que o rio recebe ao atravessar uma comunidade carente. A outra questão, que também passa pelas comunidades carentes, é o desmatamento em suas margens que os rios sofrem, desde sua nascente até o deságüe. E este desmatamento também contribui para o assoreamento. É um problema extremamente complexo, e que exige uma alta capacitação dos gestores públicos para enfrentá-lo. Mais: é uma questão de conscientização ambiental para que a população entenda o que está acontecendo. Muitas vezes as pessoas jogam o lixo no rio pensando que ele vai ser levado por ele. Mas a população tem que entender que RIO NÃO É ESGOTO.</strong></p>
<div><strong><a href="http://www.gabeira43.com.br/index.php/2010/12/09/rio-nao-e-esgoto/" target="_blank">http://www.gabeira43.com.br/index.php/2010/12/09/rio-nao-e-esgoto/</a></strong></div>
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		<title>Livro: Cidadania, consumo e meio ambiente</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 02:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que cidadania, consumo e meio ambiente tem em comum? Apesar de parecem distantes e dissociados Livro: Cidadania, consumo e meio ambiente Por: Daniela Vasconcellos Gomes O que cidadania, consumo e meio ambiente tem em comum? Apesar de parecem distantes e dissociados, estes são assuntos interligados e que exercem influência entre si. Se a atual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana;"> <span style="font-size: medium;"> O que cidadania, consumo e meio ambiente tem em comum? Apesar de parecem distantes e dissociados<span id="more-178"></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/capaEcologica.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-519" title="capaEcologica" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/capaEcologica-211x300.jpg" alt="" width="211" height="300" /></a></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">Livro: Cidadania, consumo e meio ambiente <em>Por: <strong>Daniela Vasconcellos Gomes </strong></em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: medium;">O que cidadania, consumo e meio ambiente tem em comum? Apesar de parecem distantes e dissociados, estes são assuntos interligados e que exercem influência entre si. Se a atual sociedade de consumo é responsável por grande parte da degradação ambiental hoje existente, ela também pode ser um importante instrumento em busca do desenvolvimento sustentável. Para isso, é preciso ver o consumo de forma mais ampla, em que cada escolha do consumidor seja feita de forma consciente e que reflita um verdadeiro exercício da cidadania, respeitando e preservando o meio ambiente em que vivemos. Este é o objetivo desta obra: buscar alternativas para que o consumo passe de principal elemento causador da degradação ambiental a elemento-chave em busca da sustentabilidade e do direito fundamental a um meio ambiente sadio e ecologicamente equilibrado.</span></span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Impresso<br />
R$ 33,98</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Autor: <a href="http://clubedeautores.ning.com/profile/DanielaVasconcellosGomes" target="_blank">Daniela Vasconcellos Gomes</a> Tema: Direito Palavras-chave: ambiente, cidadania, consumo, meio, sustentabilidadeNúmero de páginas: 155<br />
Peso: 245 gramas<br />
Edição: 1 (2011)<br />
SBN: 978-85-911868-0-8<br />
Acabamento da capa: Papel Couché 300g/m², 4×0, laminação fosca.<br />
Acabamento do miolo: Papel offset 75g/m², 1×1, cadernos fresados e colados (para livros com mais de 70 páginas) ou grampeados (para livros com menos de 70 páginas), A5 Preto e Branco.<br />
Formato: Médio (140x210mm), brochura com orelhas. </span></p>
<hr />
<p><a href="http://www.clubedeautores.com.br/book/37998--Cidadania_consumo_e_meio_ambiente" target="_blank">http://www.clubedeautores.com.br/book/37998–Cidadania_consumo_e_meio_ambiente</a></p>
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		<title>Danos ambientais: as diversas formas de responsabilização de seus autores</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 02:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Direito Ambiental é um ramo relativamente novo dentro do Direito.<span id="more-148"></span></p>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/danos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-512" title="danos" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/danos-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Antes do advento da Lei número 6.938/81, que instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente, os temas a ele relativos eram abordados dentro do Direito Administrativo, e não havia uma sistematização da matéria. E, apesar de sua importância, e de sua influência na vida de todos nós, ainda percebe-se muito desconhecimento no que se refere ao Direito Ambiental, que muitas vezes é tratado de forma leviana e por pessoas que não possuem conhecimento técnico e/ou jurídico sobre a pauta.<br />
Um dos temas dentro do Direito Ambiental, que gera muitas dúvidas, é a questão da responsabilização na ocorrência de crimes ambientais, visto que ela ocorre de forma muito mais abrangente do que em outras áreas do Direito. Quando ocorre um ilícito na esfera ambiental, a responsabilização de seu(s) autor(es) pode se dar em três esferas: responsabilidade administrativa, responsabilidade penal e responsabilidade civil.<br />
A responsabilidade administrativa decorre do chamado poder de polícia da Administração Pública, e sua constatação e apuração será levada a efeito pelos funcionários de órgãos ambientais integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), designados para as atividades de fiscalização, bem como os agentes das Capitanias dos Portos, do Ministério da Marinha.<br />
No caso específico do Rio Grande do Sul, temos como exemplos de órgãos a Patrulha Ambiental da Brigada Militar (Patram) e o Departamento Estadual de Florestas e Áreas Protegidas (DEFAP) além da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (Fepam), que é a instituição responsável pelo licenciamento ambiental no Rio Grande do Sul.<br />
As sanções administrativas previstas são várias: advertência; multa simples; multa diária; apreensão de produtos e subprodutos objeto da infração; suspensão de venda e fabricação do produto; embargo de obra ou atividade e suas respectivas áreas; demolição de obra; suspensão parcial ou total das atividades da pessoa jurídica; e pena restritiva de direitos.<br />
A responsabilidade penal por infrações ambientais decorre da necessidade de reprimir e punir condutas praticadas contra a natureza, o que demonstra a preocupação do legislador ambiental em punir o infrator deste tipo de ilícito. Antes do advento da Lei número 9.605/98, as infrações cometidas contra o meio ambiente eram previstas em inúmeras leis esparsas, geralmente conflitantes, o que causava muita confusão e dificultava a aplicação eficaz dos tipos penais ambientais.<br />
De modo que a Lei n. 9.605/98 veio a dirimir falhas, conflitos de normas e dificuldades de aplicação da legislação esparsa, regulando os seguintes tipos penais: crimes contra a fauna, crimes contra a flora, crime de poluição e outros delitos ambientais, crimes contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural e crimes contra a administração ambiental. As sanções aplicáveis às infrações ambientais também contemplam as penas previstas no Código Penal, quais sejam: a privativa de liberdade (reclusão e detenção), restritiva de direitos, prestação de serviços à comunidade e multa.<br />
Já a responsabilidade civil por crimes ambientais tem por objetivo obrigar o causador do dano ambiental a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros afetados por sua atividade. Nesse sentido, é importante salientar que a responsabilidade civil neste caso é objetiva, com base na teoria do risco integral, ou seja, basta a verificação e ocorrência do dano ambiental para responsabilizar o causador do dano ambiental, e não admite quaisquer causas excludentes da responsabilidade (fato exclusivo da vítima, de terceiros, caso fortuito ou força maior).<br />
Assim, o causador da infração ambiental responde subsidiariamente por cada uma das esferas de responsabilização existentes, podendo ser cumuladas as penalidades ou aplicadas isoladamente, devendo ser analisado caso a caso o respectivo enquadramento.</p>
<p>Por: Mathias Felipe Gewehr -  Mestre em Direito Ambiental, advogado e<br />
professor universitário</p>
<p>Fonte:  <a href="http://www.advogadosdosul.adv.br/" target="_blank">http://www.advogadosdosul.adv.br/</a></p>
<p>Publicado no Jornal Informante em 19 de Novembro de 2010</p>
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		<title>Reciclagem de Óleo de Cozinha</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 01:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cada litro de óleo despejado no esgoto tem potencial para poluir cerca de um milhão de litros de água, o que equivale à quantidade que uma pessoa consome ao longo de 14 anos de vida. Se for para a rede de esgoto, o óleo também encarece o tratamento dos resíduos em 45%.   Prejuízos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>Cada litro de óleo despejado no esgoto tem potencial para poluir cerca de um milhão de litros de água, </strong><span id="more-132"></span>o que equivale à quantidade que uma pessoa consome ao longo de 14 anos de vida.</span></div>
<div>Se for para a rede de esgoto, o óleo também encarece o tratamento dos resíduos em 45%.</div>
<div><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/oleocoz1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-463" title="oleocoz" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/oleocoz1.jpg" alt="" width="162" height="149" /></a> </div>
<div>Prejuízos do óleo de fritura ao meio ambiente:</div>
<p>O óleo impermeabiliza o solo podendo ocasionar o aumento das enchentes;.O óleo cria uma fina camana da superfície da água, prejudicando a oxigenação da água dos rios, causando danos à vida aquática.O óleo causa mau cheiro e poluição.O óleo quando descartado no esgoto doméstico pode causar entupimento das tubulações causando refluxo do esgoto.</p>
<div> </div>
<div>Como Lidar com o problema?</div>
<div>Dicas para entregar seu óleo de fritura usada:</div>
<div>O óleo deve ser armazenado, de preferência, em garrafas de plástico transparente.</div>
<div>Não é preciso peneirar o óleo.</div>
<div>Os resíduos do alimento também são aproveitados na reciclagem.</div>
<div> </div>
<div>Receita para fazer sabão a partir do óleo de cozinha usado no dia-a-dia:</div>
<div>5 litros de óleo de cozinha usado</div>
<div>2 litros de água</div>
<div>200 mililitros de amaciante</div>
<div>1 quilo de soda cáustica em escama</div>
<div> </div>
<div>Preparo:</div>
<div>Coloque a soda em escamas no fundo de um balde cuidadosamente</div>
<div>Coloque, com cuidado, a água fervendo</div>
<div>Mexa até diluir todas as escamas da soda</div>
<div>Adicione o óleo e mexa</div>
<div>Adicione o amaciante e mexa novamente</div>
<div>Jogue a mistura numa fôrma e espere secar</div>
<div>Corte o sabão em barras</div>
<div> </div>
<div>ATENÇÃO:</div>
<div>A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.</div>
<div>Fonte:</div>
<div><a href="http://www.ecologiaonline.com/reciclagem-de-oleo-de-cozinha-2/" target="_blank">http://www.ecologiaonline.com/reciclagem-de-oleo-de-cozinha-2/</a></div>
<div>
<hr />
</div>
<div>Outros assuntos sobre o tema</div>
<p> </p>
<div><span style="font-size: medium;">1- <a href="http://www.biodieselbr.com/noticias/biodiesel/reciclagem-oleo-cozinha-10-07-07.htm" target="_blank"><span style="color: #003366;">Reciclagem de óleo de cozinha</span></a><span style="color: #003366;">       </span>2- <a href="http://www.biodieselbr.com/biodiesel/fabricas/usinas-biodiesel.htm" target="_blank"><span style="color: #ff0000;">Todas as usinas de biodiesel do Brasil </span></a> </span></div>
<div><span style="font-size: medium;">3- <a href="http://www.revistameioambiente.com.br/2007/09/26/projeto-estimula-reciclagem-de-oleo-de-cozinha/" target="_blank"><span style="color: #003366;">Reciclagem do óleo de cozinha produz até biodiesel</span></a><span style="color: #003366;"> </span>    <a href="http://www.revistameioambiente.com.br/2007/09/26/projeto-estimula-reciclagem-de-oleo-de-cozinha/" target="_blank">4- <span style="color: #ff0000;">Projeto estimula reciclagem de óleo de cozinha</span></a></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/oleocoz.jpg"></a><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/reclicar1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-141" title="reclicar" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/reclicar1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></div>
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		</item>
		<item>
		<title>SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 03:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Qual a Situação na Área de Meio Ambiente em Todo o Brasil? MEIO AMBIENTE – Ecologia Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico; Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso. Ele é fundamental para evitar as doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a Situação na Área de Meio Ambiente em Todo o Brasil?<span id="more-222"></span></p>
<p><a href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2010/12/agua.gif"><img title="agua" src="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2010/12/agua.gif" alt="" width="600" height="708" /></a><a href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ecolog.jpg"><img title="OPI-002.eps" src="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2010/12/ecolog.jpg" alt="" width="450" height="279" /></a></p>
<p><strong>MEIO AMBIENTE – Ecologia</strong></p>
<p><strong>Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico;</strong></p>
<p><strong>Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado.</strong></p>
<p><strong>O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</strong></p>
<p><strong>Ele é fundamental para evitar as doenças a poluição, proteger o meio ambiente e a saúde das pessoas. Mais Produtos ecológicos… Unificar lista de produtos proibidos que são aplicados na agricultura</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Subterrâneos de Tóquio, mais um exemplo de tecnologia a Serviço do Cidadão</title>
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		<pubDate>Mon, 02 May 2011 02:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Anualmente uns 25 tufões assolam o território japonês. Desses, dois ou três atingem Tóquio em cheio, com chuvas fortíssimas durantre várias horas ou até um dia inteiro. Mas nem por isso ocorrem enchentes ou alagamentos na cidade. Por que será? Veja as explicações abaixo.  O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong>Anualmente uns 25 tufões assolam o território japonês.<span id="more-206"></span></strong></div>
<div><strong><br />
Desses, dois ou três atingem Tóquio em cheio, com chuvas fortíssimas durantre várias horas ou até um dia inteiro.<br />
Mas nem por isso ocorrem enchentes ou alagamentos na cidade. Por que será? Veja as explicações abaixo.</strong> </div>
<p><strong>O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas.</strong></p>
<p><strong>A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação. É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, fato extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas. A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direção a um rio, caso seja necessário. Para isso dispõe de 14.000 HP de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior.</strong></p>
<p><strong>Conclusão: Não existe problema insolúvel. Basta querer enfrentá-lo.<br />
Para esse nível de tecnologia, as “enchentes” de São Paulo e demais Cidades seriam tiradas de letra. </strong></p>
<div><strong>
<a href='https://www.pvfar.com.br/index.php/textos-interessantes/subterraneos-de-toquio-mais-um-exemplo-de-tecnologia-a-servico-do-cidadao.html/attachment/jap8' title='jap8'><img width="150" height="150" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/jap8.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="jap8" title="jap8" /></a>
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<a href='https://www.pvfar.com.br/index.php/textos-interessantes/subterraneos-de-toquio-mais-um-exemplo-de-tecnologia-a-servico-do-cidadao.html/attachment/jap7' title='jap7'><img width="150" height="150" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/jap7.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="jap7" title="jap7" /></a>
</p>
<p></strong></p>
<div><strong> </strong></div>
<p><strong> </p>
<p></strong></p>
<hr />
<div><strong> </strong></div>
<div id="gallery-1"><a title="desabamentos" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/desabamentos.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap3" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap3.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap4" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap4.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap7" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap7.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap6" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap6.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap 5" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap-5.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap2" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap2.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap 8" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap-8.jpg"></a>
<dl></dl>
<p><a title="jap1" href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/jap1.jpg"></a>
<dl></dl>
<div><a href="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/desabamentos.jpg"><img title="desabamentos" src="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/desabamentos.jpg" alt="" width="480" height="360" /></a></div>
<hr />
<p><strong><a href="http://obviousmag.org/archives/2007/10/subterraneos_de.html" target="_blank">http://obviousmag.org/archives/2007/10/subterraneos_de.html</a></strong></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Meio Ambiente e reciclagem. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</title>
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		<pubDate>Sun, 01 May 2011 03:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meio Ambiente e reciclagem. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso. Dica de Site que divulga gratuitamente empresas, ONG’s e suas ações envolvidas com o Meio Ambiente. http://www.madeinforest.com/?reciclagem MEIO AMBIENTE – Ecologia Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico; Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meio Ambiente e reciclagem. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.<span id="more-218"></span></p>
<p>Dica de Site que divulga gratuitamente empresas, ONG’s e suas ações envolvidas com o Meio Ambiente.</p>
<p><a href="http://www.madeinforest.com/?reciclagem" target="_blank">http://www.madeinforest.com/?reciclagem</a><br />
MEIO AMBIENTE – Ecologia</p>
<p>Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico;</p>
<p>Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado.</p>
<p>O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</p>
<p>Ele é fundamental para evitar as doenças a poluição, proteger o meio ambiente e a saúde das pessoas. Mais Produtos ecológicos… Unificar lista de produtos proibidos que são aplicados na agricultura</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pneu velho vira asfalto Maio/1992</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 18:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos Estados Unidos, o pneu velho está sendo reciclado e misturado ao asfalto para recapeamento de estradas federais.No Brasil, todos os anos são substituídos + de 17 milhões de pneus de carros, que não servem mais para rodar. Com uma frota de 82 milhões de veículos, quase seis vezes maior que a brasileira, os americanos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos Estados Unidos, o pneu velho está sendo reciclado e misturado ao asfalto para recapeamento de estradas federais.<span id="more-271"></span>No Brasil, todos os anos são substituídos + de 17 milhões de pneus de carros, que não servem mais para rodar.</p>
<p>Com uma frota de 82 milhões de veículos, quase seis vezes maior que a brasileira, os americanos encontraram um uso para tanto pneu velho: reciclar a borracha e misturá-la ao asfalto usado para recapear estradas.</p>
<p>Uma lei assinada no final do ano passado determina que, até 1994, 5% do material usado para o recapeamento das estradas federais americanas contenha o novo ingrediente.</p>
<p>E essa porcentagem deverá crescer nos anos seguintes.</p>
<p>A reciclagem de pneus não é novidade. A inovação está em utilizá-los para fazer asfalto. Além de possibilitar uma camada mais fina e baratear o custo, a borracha do pneu contém antioxidantes que tornam sua liga mais densa. Por essa razão, o envelhecimento do asfalto é retardado. Além disso, a reciclagem contribuirá efetivamente para diminuir bastante as grandiosas montanhas de lixo que se acumulam no planeta.<br />
Fonte:</p>
<p><a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113054.shtml" target="_blank">http://super.abril.com.br/superarquivo/1992/conteudo_113054.shtml</a></p>
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