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	<title>Partido Verde Farroupilha &#187; Ecológico</title>
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	<description>Filie-se ao Partido Verde - Farroupilha</description>
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		<title>Rio não é esgoto. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 02:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A necessidade urgente de providencias basicas das autoridades e uma conscientização ambiental da população. MEIO AMBIENTE – Ecologia Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico; Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso. Ele é fundamental para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A necessidade urgente de </strong><strong><strong>providencias basicas das autoridades e</strong> </strong><strong>uma conscientização ambiental da população.<span id="more-197"></span></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rioLixo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-472" title="rioLixo" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rioLixo-300x119.jpg" alt="" width="300" height="119" /></a></strong></p>
<p><strong>MEIO AMBIENTE – Ecologia</strong></p>
<p><strong>Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico;</strong></p>
<p><strong>Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado.</strong></p>
<p><strong>O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</strong></p>
<p><strong>Ele é fundamental para evitar as doenças a poluição, proteger o meio ambiente e a saúde das pessoas. Mais Produtos ecológicos… Unificar lista de produtos proibidos que são aplicados na agricultura</strong></p>
<hr />
<h3><strong>Rio não é esgoto</strong><strong> – 09.12.2010 </strong><strong>Foto de Bruno Montenegro</strong></h3>
<p><strong>Depois de quatro meses de intensos trabalhos, está chegando ao fim a CPI dos Rios, presidida pelo vereador Paulo Messina (PV). As principais conclusões dizem respeito à maneira como a Prefeitura lida com o problema, optando por soluções emergenciais em vez de um processo contínuo de manutenção das bacias hidrográficas do Rio de Janeiro. Na outra vertente, a necessidade de uma conscientização ambiental da população, principalmente das comunidades carentes que estão à beira dos rios. Esforço que pode ser resumido na frase que encerra esta entrevista: rio não é esgoto.</strong></p>
<p><strong>O que motivou a criação da CPI dos Rios?</strong></p>
<p><strong>Foram duas coisas: primeiro, uma série de reportagens de O GLOBO denunciando que os rios da cidade estavam sem manutenção. Em segundo lugar um relatório do Tribunal de Contas do Município, que dava conta de que àquela época 52% dos contratos de manutenção dos rios estavam suspensos. De posse dessas informações nos começamos a trabalhar para apurar a causa deste estado de coisas, que piorou de lá para: hoje todos os contratos de manutenção estão suspensos.</strong></p>
<p><strong>A CPI está trabalhando desde agosto. Qual são os principais pontos do relatório que deverá ser entregue daqui a duas semanas?</strong></p>
<p><strong>Hoje, 100% dos rios das bacias da Guanabara e Oceânica estão sem manutenção por falta de verbas. E estas bacias são importantíssimas, porque abrangem rios da Zona Norte, Centro e Zona Sul. Sejam rios pequenos ou grandes estão todos abandonados, sem nenhum contrato de manutenção porque a Rio-Águas não tem verbas para este processo.  Então, em nosso relatório, vamos destacar que as bacias necessitam de manutenção constante, não podem ser apenas obras eventuais como a Prefeitura está fazendo, pois duas semanas depois  chove novamente e volta tudo à estaca zero.</strong></p>
<p><strong>Pelo o que se viu até agora, a Prefeitura só tem trabalhado desta forma emergencial. É uma questão de verbas ou de gestão?</strong></p>
<p><strong>É uma questão de gestão. O município tem verba sobrando. Para você ter uma idéia, o orçamento da Prefeitura para 2010 foi de R$ 13 bilhões de reais. Para 2011, o orçamento será de R$ 18 bilhões de reais. Ou seja, um aumento de quase 40%. Será que não existe uma disponibilidade de R$ 5 milhões ou R$ 10 milhões para realizar a manutenção dos rios de nossas bacias? Não estou falando nem de grandes obras ou intervenções, como são necessárias na Zona Oeste, mas apenas de manutenção.</strong></p>
<p><strong>Segundo a Rio-Águas, a Prefeitura gastou R$ 28 milhões na limpeza e desassoreamento dos principais rios da cidade. Isso é suficiente?</strong></p>
<p><strong>Claro que não. Você gasta 28, 30 milhões em obras emergenciais e duas semanas depois foi tudo por água abaixo, O que nós precisamos é de uma manutenção contínua.</strong></p>
<p><strong>O que vai acontecer ao final dos trabalhos da CPI?</strong></p>
<p><strong>Nossa primeira atitude será apresentar este relatório ao prefeito, para que ele tome consciência da gravidade da situação. Em seguida, vamos apresentar emendas ao orçamento da prefeitura para que a Rio-Águas tenha dinheiro para fazer este trabalho de manutenção.  Se até fevereiro não acontecer nada, vamos entregar o problema ao Ministério Público, porque alguém terá se quer responsabilizado pelas tragédias que irão acontecer com as chuvas de verão que estão previstas para 2011.</strong></p>
<p><strong>O que é que o cidadão consciente pode fazer neste momento para ajudar o Rio de Janeiro a cuidar melhor de suas águas?</strong></p>
<p><strong>As principais razões que fazem um rio encher e transbordar são: primeiro, o assoreamento,  e, em seguida, a quantidade de lixo e resíduos sólidos atirados dentro dele. O assoreamento é um processo natural, mas que é agravado pela quantidade de esgoto e lixo que o rio recebe ao atravessar uma comunidade carente. A outra questão, que também passa pelas comunidades carentes, é o desmatamento em suas margens que os rios sofrem, desde sua nascente até o deságüe. E este desmatamento também contribui para o assoreamento. É um problema extremamente complexo, e que exige uma alta capacitação dos gestores públicos para enfrentá-lo. Mais: é uma questão de conscientização ambiental para que a população entenda o que está acontecendo. Muitas vezes as pessoas jogam o lixo no rio pensando que ele vai ser levado por ele. Mas a população tem que entender que RIO NÃO É ESGOTO.</strong></p>
<div><strong><a href="http://www.gabeira43.com.br/index.php/2010/12/09/rio-nao-e-esgoto/" target="_blank">http://www.gabeira43.com.br/index.php/2010/12/09/rio-nao-e-esgoto/</a></strong></div>
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