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	<title>Partido Verde Farroupilha &#187; Partido Verde</title>
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	<description>Filie-se ao Partido Verde - Farroupilha</description>
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		<title>Mais um CRIME AMBIENTAL? 03/09/2011</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 10:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[DENUNCIEM]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Ambiental]]></category>
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		<description><![CDATA[Este lixo não é nosso Receita Federal barra no Porto de Itajaí 60 toneladas de garrafas plásticas sujas enviadas pela Espanha PARA A SERRA Carga armazenada em seis contêineres vindos da Espanha foi importada por uma empresa de Farroupilha, na Serra, e foi descoberta na manhã de quinta Fonte: O pioneiro 03/09/2011  N° 11155 Itajaí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Este lixo não é nosso</span><br />
<span style="font-size: small;">Receita Federal barra no Porto de Itajaí 60 toneladas  de garrafas plásticas </span><br />
<span style="font-size: small;">sujas enviadas pela Espanha<span id="more-1776"></span></span><br />
<a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/LixoEspanhaPioneiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1777" title="LixoEspanhaPioneiro" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/LixoEspanhaPioneiro-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/LixoEspanhaPioneiro.jpg"></a>PARA A SERRA Carga armazenada em seis contêineres vindos da Espanha foi<br />
importada por uma empresa de Farroupilha, na Serra, e foi descoberta na<br />
manhã de quinta</p>
<p><span style="font-size: small;"><a href="http://www.clicrbs.com.br/pioneiro/rs/impressa/11,3472929,157,17876,impressa.html" target="_blank">Fonte: O  pioneiro 03/09/2011  N° 11155</a></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/PioneiroSujeira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1783" title="PioneiroSujeira" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/PioneiroSujeira-300x144.jpg" alt="" width="300" height="144" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Itajaí &#8211; Foi durante uma conferência física que a equipe da  Alfândega do</span><br />
<span style="font-size: small;">Porto de Itajaí, em Santa Catarina, descobriu, sexta-feira, seis  contêineres</span><br />
<span style="font-size: small;">carregados com fardos de garrafas pet. A Agência Nacional de  Vigilância</span><br />
<span style="font-size: small;">Sanitária (Anvisa) foi chamada e confirmou: os produtos, que  totalizam 60</span><br />
<span style="font-size: small;">toneladas, são lixo. A mercadoria está suja e possui forte  cheiro. Além</span><br />
<span style="font-size: small;">disso, parte dela está molhada, o que ajuda na proliferação de  larvas no</span><br />
<span style="font-size: small;">interior dos contêineres. A carga veio da Espanha e foi importada  por uma</span><br />
<span style="font-size: small;">empresa de Farroupilha, no Rio Grande do Sul. Antes de chegar ao  Brasil, fez</span><br />
<span style="font-size: small;">a última parada no Uruguai, no Porto de Montevidéu. A Receita  Federal</span><br />
<span style="font-size: small;">investiga se a carga seria queimada, depositada em aterro sanitário  ou que</span><br />
<span style="font-size: small;">outro destino teria.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">- A principal medida a ser tomada agora é  a devolução da carga. Afinal de</span><br />
<span style="font-size: small;">contas, o Brasil não é local de depósito de  lixo de outros países -</span><br />
<span style="font-size: small;">sentenciou o inspetor-chefe da Receita Federal em  Itajaí, José Carlos de</span><br />
<span style="font-size: small;">Araújo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">A declaração de importação da  mercadoria foi registrada semana passada. No</span><br />
<span style="font-size: small;">documento consta que os seis  contêineres transportam aparas de plásticos, ou</span><br />
<span style="font-size: small;">seja, partes de plástico, que  têm a importação liberada, desde que a</span><br />
<span style="font-size: small;">mercadoria seja nova e esteja limpa. A  Receita Federal analisará a</span><br />
<span style="font-size: small;">documentação da carga para verificar se mais  algum dado foi forjado. Só</span><br />
<span style="font-size: small;">depois a penalidade ao importador será definida.  Enquanto isso, cabe ao</span><br />
<span style="font-size: small;">Ibama tomar as providências legais.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">- Assim que  foi confirmada a existência de lixo nos contêineres, nós</span><br />
<span style="font-size: small;">acionamos o Ibama,  pois se trata de um crime ambiental. Neste caso, todas as</span><br />
<span style="font-size: small;">medidas cabíveis,  como a aplicação de multa, cabe ao órgão do Meio</span><br />
<span style="font-size: small;">Ambiente &#8211; explicou  Araújo.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Sexta-feira de manhã, fiscais do Ibama em Itajaí fizeram uma  vistoria da</span><br />
<span style="font-size: small;">carga. Um laudo será elaborado e depois definido o valor da multa  a ser</span><br />
<span style="font-size: small;">aplicada à empresa importadora. A penalidade pode variar de R$ 500 até  R$ 2</span><br />
<span style="font-size: small;">milhões.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">- O lixo existente nos contêineres é nocivo à saúde  humana e ao meio</span><br />
<span style="font-size: small;">ambiente, pode conter até substância tóxica. A Lei de Crimes  Ambientais diz</span><br />
<span style="font-size: small;">que é proibida a importação deste tipo de material. O Ibama  vai proceder com</span><br />
<span style="font-size: small;">autuação, conforme determina a legislação &#8211; informou o  fiscal Alvino</span><br />
<span style="font-size: small;">Pereira.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com o Ibama, não existe um prazo  específico para o retorno da</span><br />
<span style="font-size: small;">carga ao país de origem. O órgão ambiental  garante que fará o procedimento</span><br />
<span style="font-size: small;">com a maior rapidez possível. Enquanto  aguarda o embarque de volta à</span><br />
<span style="font-size: small;">Espanha, os produtos ficarão dentro dos seis  contêineres armazenados no</span><br />
<span style="font-size: small;">pátio do Porto de Itajaí.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><a href="mailto:patricia.auth@santa.com.br">patricia.auth@santa.com.br</a></span><br />
<span style="font-size: small;"><a href="mailto:dagmara.spautz@santa.com.br">dagmara.spautz@santa.com.br</a></span><br />
<span style="font-size: small;">PATRÍCIA  AUTH E DAGMARA SPAUTZ</span></p>
<p><span style="font-size: small;">= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =</span></p>
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: x-small;">02/09/2011 |</span></span><a href="http://www.mafiadolixo.com/2011/09/brasil-na-rota-do-trafico-internacional-recebe-conteineres-carregados-com-lixo-da-espanha/" target="_blank">Fonte: Máfia do Lixo</a></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">O Brasil é novamente o destino do  tráfico internacional de lixo. Dessa fez o lixo veio da Espanha.</span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">O “modus operandi” é o mesmo. O  lixo vem acondicionado em contêineres. O meio de transporte é o navio. E o  destino são os portos brasileiros.</span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Se os contêineres carregados com  lixo passam na alfândega brasileira, acabam sendo então transportados por  caminhões carretas e enterrados em lixões ou aterros sanitários.</span></div>
<div><a title="PORTO DE ITAJAÍ - SANTA CATARINA" rel="nofollow" href="http://www.mafiadolixo.com/wp-content/uploads/2011/09/PORTO-DE-ITAJA%C3%8D.jpg" target="_blank"></a><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Dessa fez o alvo  é o porto de Itajaí, em Santa Catarina.</span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">No final da manhã dessa sexta-feira  (02/09) no porto de Itajaí, em Santa Catarina, a Receita Federal descobriu  durante procedimento de conferência física, o total de 60 toneladas de lixo  acondicionadas em seis contêineres vindos da Espanha.</span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">A empresa dona do lixo traficado da  Espanha possui sede no município<strong><span style="color: #ff0000;"> gaúcho de  Farroupilha.</span></strong></span></div>
<div><span style="color: #ff0000; font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong> </strong></span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #ff0000;">O lixo da  empresa farroupilhense estava distribuído</span></strong> em seis contêineres no  Porto de Itajaí e a declaração de importação foi registrada na semana passada. A  mercadoria ainda nos contêineres lacrados foi declarada como “aparas de  plástico”.</span><br />
<span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
A Receita  Federal afirma que tomará as providências necessárias para devolução da carga ao  país de origem, </span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">sem prejuízo das demais penalidades  cabíveis.</span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">Já não é a primeira vez que os  portos brasileiros servem de base para o tráfico internacional do  lixo.</span></div>
<div><span style="color: #000000; font-family: Verdana; font-size: x-small;">E mais uma vez uma empresa gaúcha  está envolvida na “importação de lixo”. É preciso saber das autoridades onde é  enterrado o lixo vindo do tráfico internacional.</span></div>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/LixoEspanha.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1780" title="LixoEspanha" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/09/LixoEspanha-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
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		<item>
		<title>Qualidade de vida, Como seria o bairro ideal</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/destaques/qualidade-de-vida-como-seria-o-bairro-ideal.html</link>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 04:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Idéias & Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Moradia]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
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		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Para imaginar, selecionamos projetos e ideias sustentáveis que foram implantadas em cidades do mundo todo, visando, entre outros benefícios, a produção de energia limpa, a redução da emissão de gases poluentes, a implantação de hortas comunitárias e o incentivo ao comércio local. Juntas, elas garantiriam a construção do bairro mais acolhedor de uma cidade Por: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Para imaginar, selecionamos projetos e ideias sustentáveis que foram implantadas em cidades do mundo todo, visando, entre outros benefícios, <span id="more-353"></span>a produção de energia limpa, a redução da emissão de gases poluentes, a implantação de hortas comunitárias e o incentivo ao comércio local. Juntas, elas garantiriam a construção do bairro mais acolhedor de uma cidade</span></div>
<div>
<div id="sPag1">
<div>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/qualidade.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-433" title="qualidade" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/qualidade.jpg" alt="" width="225" height="224" /></a>Por: Rafael Tonon</span></p>
<div id="content_hidden"><span style="font-size: medium;"> </span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Para imaginar como ele seria, selecionamos projetos e ideias sustentáveis implantadas em cidades do mundo todo e colocamos tudo em volta do mesmo quarteirão. Com horta comunitária, baixa emissão de gases, produção de energia limpa e comércio local, seria o metro quadrado mais acolhedor da cidade. </span></div>
<p><span style="font-size: medium;">Em Bundanoon, Austrália, as garrafas de água descartáveis foram abolidas, já que no país o consumo anual é de 600 milhões de litros &#8211; o que gera cerca de 60 mil toneladas de emissões de CO2. Todas as ruas foram abastecidas com bebedouros com água filtrada, onde é possível beber e encher garrafões para usar em casa. Toda a água da chuva que cai sobre a fonte da praça Potsdamer Platz, em Berlim, é colhida e utilizada na irrigação de plantas e hortas, além de ser usada para limpar os vasos sanitários e na extinção de incêndios das construções da região, em um projeto que alia um espaço público ao planejamento urbano sustentável.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> Na cidade de Daca, em Bangladesh, todos os resíduos sólidos orgânicos são separados e então utilizados para compostagem, que depois é vendida para empresas de fertilizantes. Com isso, foi possível reduzir 1270 toneladas de CO2 em um ano (evitando a queima desses resíduos). Em Santana do Par¬naíba, uma cooperativa de reciclagem criou projeto que visa a coleta seletiva por meio de conscientização da população. Todo o lixo da comunidade é reciclado, o que gera emprego a 69 catadores.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Copenhague possui 340 km de ciclovias e até as estradas têm corredores para ciclistas. As ruas ganharam estacionamentos públicos para as bikes e é possível carregá-las no trem ou metrô. Em Milão, uma das linhas de metrô (vermelha) funciona graças à energia solar &#8211; são 23 mil m2 de placas capazes de gerar 1,4 milhão de quilowatts de energia por ano. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ao sul de Londres, uma ecovila reúne 100 casas com emissão zero em plena cidade. Tudo é ecoeficiente: das grandes janelas para iluminação natural (que evita gastos com eletricidade) até placas solares e &#8220;cata-ventos&#8221; coletores de energia eólica.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Em Sydney, Austrália, um projeto da prefeitura garante que todos os moradores tenham acesso ao centro da cidade em até 30 minutos utilizando transporte público. Para isso, foram criadas linhas integradas de metrô e ônibus. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Cincinnati, nos EUA, aprovou uma medida que fornece até 100% de isenção fiscal para imóveis recém-construídos ou reabilitados, comerciais ou residenciais, que seguem preceitos mínimos de construção verde (como matérias-primas sustentáveis, uso racional de energia, iluminação natural etc.). </span><span style="font-size: medium;"> </span></p>
</div>
</div>
</div>
<div id="box-compartilhe"><span style="font-size: medium;"><script type="text/javascript"></script>  Para imaginar como ele seria, selecionamos projetos e ideias sustentáveis implantadas em cidades do mundo todo e colocamos tudo em volta do mesmo quarteirão. Com horta comunitária, baixa emissão de gases, produção de energia limpa e comércio local, seria o metro quadrado mais acolhedor da cidade. </span></div>
<p><span style="font-size: medium;">Em Bundanoon, Austrália, as garrafas de água descartáveis foram abolidas, já que no país o consumo anual é de 600 milhões de litros &#8211; o que gera cerca de 60 mil toneladas de emissões de CO2. Todas as ruas foram abastecidas com bebedouros com água filtrada, onde é possível beber e encher garrafões para usar em casa. Toda a água da chuva que cai sobre a fonte da praça Potsdamer Platz, em Berlim, é colhida e utilizada na irrigação de plantas e hortas, além de ser usada para limpar os vasos sanitários e na extinção de incêndios das construções da região, em um projeto que alia um espaço público ao planejamento urbano sustentável.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> Na cidade de Daca, em Bangladesh, todos os resíduos sólidos orgânicos são separados e então utilizados para compostagem, que depois é vendida para empresas de fertilizantes. Com isso, foi possível reduzir 1270 toneladas de CO2 em um ano (evitando a queima desses resíduos). Em Santana do Par¬naíba, uma cooperativa de reciclagem criou projeto que visa a coleta seletiva por meio de conscientização da população. Todo o lixo da comunidade é reciclado, o que gera emprego a 69 catadores.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Copenhague possui 340 km de ciclovias e até as estradas têm corredores para ciclistas. As ruas ganharam estacionamentos públicos para as bikes e é possível carregá-las no trem ou metrô. Em Milão, uma das linhas de metrô (vermelha) funciona graças à energia solar &#8211; são 23 mil m2 de placas capazes de gerar 1,4 milhão de quilowatts de energia por ano. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ao sul de Londres, uma ecovila reúne 100 casas com emissão zero em plena cidade. Tudo é ecoeficiente: das grandes janelas para iluminação natural (que evita gastos com eletricidade) até placas solares e &#8220;cata-ventos&#8221; coletores de energia eólica.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"> Em Sydney, Austrália, um projeto da prefeitura garante que todos os moradores tenham acesso ao centro da cidade em até 30 minutos utilizando transporte público. Para isso, foram criadas linhas integradas de metrô e ônibus. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A cidade de Cincinnati, nos EUA, aprovou uma medida que fornece até 100% de isenção fiscal para imóveis recém-construídos ou reabilitados, comerciais ou residenciais, que seguem preceitos mínimos de construção verde (como matérias-primas sustentáveis, uso racional de energia, iluminação natural etc.).</span></p>
<div><span style="font-size: medium;"> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Fonte:</span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/movimento/" target="_blank">http://planetasustentavel.abril.com.br/movimento/</a></span></div>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"> </span></p>
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		<title>Mais da metade dos municípios podem ficar sem água em 2015</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/destaques/mais-da-metade-dos-municipios-podem-ficar-sem-agua-em-2015.html</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 17:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Diagnóstico da Agência Nacional de Águas mostra que R$ 22 bilhões devem ser investidos para evitar a escassez Fonte: Revista Exame Luana Lourenço, da AGÊNCIA BRASIL &#8211; Hidrografia  &#8211;  22/03/2011  - Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Verdana;">Diagnóstico da Agência Nacional de Águas mostra que R$ 22 bilhões devem ser investidos para evitar a escassez<span id="more-358"></span></span></span></div>
<div><span style="font-size: medium;"></span></div>
<p><span style="font-size: medium;"></p>
<div>Fonte: <strong><a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/mais-da-metade-dos-municipios-podem-ficar-sem-agua-em-2015" target="_blank">Revista Exame</a></strong> Luana Lourenço, da AGÊNCIA BRASIL &#8211; Hidrografia  &#8211;  22/03/2011 </div>
<p></span></p>
<div><a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/modelo-ajuda-belo-monte-a-sair-do-papel" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-446" title="rio" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/rio-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>- Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade dos municípios. O diagnóstico está no Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água, lançado hoje (22) pela Agência Nacional de Águas (ANA). O levantamento mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez.</div>
<div> </div>
<p> </p>
<div>
<p>Considerando a disponibilidade hídrica e as condições de infraestrutura dos sistemas de produção e distribuição, os dados revelam que em 2015, 55% dos municípios brasileiros poderão ter déficit no abastecimento de água, entre eles grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal. O percentual representa 71% da população urbana do país, 125 milhões de pessoas, já considerado o aumento demográfico.</p>
<p>“A maior parte dos problemas de abastecimento urbano do país está relacionada com a capacidade dos sistemas de produção, impondo alternativas técnicas para a ampliação das unidades de captação, adução e tratamento”, aponta o relatório.</p>
<p>O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, disse que o atlas foi elaborado para orientar o planejamento da gestão de águas no país. Segundo ele, como atualmente mais de 90% dos domicílios brasileiros têm acesso à rede de abastecimento de água, a escassez parece uma ameaça distante, como se não fosse possível haver problemas no futuro. “Existe uma cultura da abundância de água que não é verdadeira, porque a distribuição é absolutamente desigual. O atlas mostra que é preciso se antecipar a uma situação para evitar que o quadro apresentado [de déficit] venha a ser consolidado”, avalia.</p>
<p>De acordo com o levantamento, as regiões Norte e Nordeste são as que têm, relativamente, os maiores problemas nos sistemas produtores de água. Apesar de a Amazônia concentrar 81% do potencial hídrico do país, na Região Norte menos de 14% da população urbana é atendida por sistemas de abastecimento satisfatórios. No Nordeste, esse percentual é de 18% e a região também concentra os maiores problemas com disponibilidade de mananciais, por conta da escassez de chuvas.</p>
<p>O documento da ANA calcula em R$ 22,2 bilhões o investimento necessário para evitar que o desabastecimento atinja mais da metade das cidades brasileiras. O dinheiro deverá financiar um conjunto de obras para o aproveitamento de novos mananciais e para adequações no sistema de produção de água.</p>
<p>A maior parcelas dos investimentos deverá ser direcionada para capitais, grandes regiões metropolitanas e para o semi-árido nordestino. “Em função do maior número de aglomerados urbanos e da existência da região do semi-árido, que demandam grandes esforços para a garantia hídrica do abastecimento de água, o Rio de Janeiro, São Paulo, a Bahia e Pernambuco reúnem 51% dos investimentos, concentrados em 730 cidades”, detalha o atlas.</p>
<p>“Esperamos que os órgãos executores assumam o atlas como referência para os projetos. Ele é um instrumento de planejamento qualificado, dá a dimensão de onde o problema é grande e precisa de grandes investimentos e onde é pequeno, mas igualmente relevante”, pondera Andreu.</p>
<p>Além do dinheiro para produção de água, o levantamento também aponta necessidade de investimentos significativos em coleta e tratamento de esgotos. O volume de recursos não seria suficiente para universalizar os serviços de saneamento no país, mas poderia reduzir a poluição de águas que são utilizadas como fonte de captação para abastecimento urbano.</p>
<p>Andreu espera que o diagnóstico subsidie a elaboração de projetos integrados, compartilhados entre os órgão executores. “Ao longo do tempo, o planejamento acabou se dando apenas no âmbito do município, que busca uma solução isolada, como se as cidades fossem ilhas. É preciso buscar uma forma de integração, de planejamento mais amplo, preferencialmente por bacia hidrográfica”, sugere o diretor-presidente da agência reguladora. “Ainda não estamos no padrão de culturas que já assumiram mais cuidado com a água. Mas estamos no caminho, e o atlas pode ser um instrumento dessa mudança”.</p>
</div>
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		<title>Terra tem apenas 3% de água, saiba onde cada gota vale ouro</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 15:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. Fonte: Revista Exame Vanessa Barbosa Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana distribui-se de forma desigual pelo globo. Segundo levantamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: medium;">Embora repleto de rios, mares e oceanos, o planeta Terra tem apenas 3% de água doce disponível para o consumo de cerca de 7 bilhões de pessoas. <span id="more-340"></span></span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/os-10-paises-em-risco-extremo-de-falta-de-agua?p=1#link" target="_blank"><strong>Revista Exame </strong></a>Vanessa Barbosa</span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Abundante em alguns países, escasso em outros, esse recurso natural essencial para a sobrevivência humana distribui-se de forma desigual pelo globo.</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Segundo levantamento da consultoria britânica Maplecroft, os países do Oriente Médio &#8211; palco de um sem número de conflitos econômicos e políticos &#8211; são os mais vulneráveis à falta de água. Nessas regiões, cada gota pode emergir como uma nova fonte de instabilidade. Em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, como Iraque e Arábia Saudita, a escassez de água vem se tornando crítica há gerações.</span><br />
<span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><br />
<span style="font-size: medium;">O problema também integra o conflito na Faixa de Gaza entre Israel e os palestinos do grupo Hamas. Outros países vulneráreis já sentem os efeitos do aquecimento global, à exemplo da Mauritânia, no Saara (foto). Não há mais chuvas e os termômetros registram altas recordes de temperatura, que afetam a produção de alimentos e deixam sedenta a população. A seguir, você confere a lista dos 10 países em risco extremo de &#8220;secar&#8221; nos próximos anos.</span> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/seca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-415" title="seca" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/seca-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></div>
<h2><span style="font-size: medium;">1 &#8211; Mauritânia</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- Situada no noroeste da África, na região do deserto do Saara, a Mauritânia é o país mais vulnerável do mundo à crise de água. Pelo menos 90% de todo o estado é dependente do abastecimento de água externo. Com apenas um rio em seu território para provisão durante todo o ano, o país é quase inteiramente seco. O rio que o atravessa, o Senegal, faz ainda fronteira com outros quatro países e tem suas margens constantemente invadidas por tribos africanas. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O crescimento populacional, estimado em 3% ao ano, aumenta mais ainda a demanda por água, bem como os riscos de poluição deste recurso natural. Em 2005, estima-se que o governo da Mauritânia gastou cerca de 15 milhões de dólares para o tratamento de doenças de transmissão hídrica. A desertificação acelerada combinada à redução das chuvas e a falta de uma rede de distribuição de água agravam o quadro de escassez de água no país, classificado pela Maplecroft como de &#8220;risco extremo&#8221;.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">2 &#8211; Kuwait</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- O pequeno país do Oriente Médio e rei do petróleo corre &#8220;risco extremo&#8221; de desabastecimento de água, segundo o relatório da Maplecroft. Rodeado pelo deserto, o Kuwait é considerado o país mais seco do mundo e o único onde não existe água doce. Não há, ao longo de seus 18 mil km² de território, nenhuma reserva, rios ou lagos, nem mesmo aquíferos subterrâneos de água doce.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Aproximadamente 75% de toda a água potável consumida no país precisa ser dessalinizada ou importada. Essa é uma questão estratégica devido às altas temperatura da região, à falta de chuva e à deteriorização do solo para cultivo. A escassez de água doce é, inclusive, o principal entrave para o desenvolvimento da agricultura no país.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">3 &#8211; Jordânia</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- A insuficiência de recursos hídricos neste país desértico e de temperaturas elevadas no Oriente Médio é crítica. Em algumas regiões, o abastecimento de água acontece apenas uma vez por semana. Os reservatórios existentes são explorados de maneira tão intensa a ponto de ameaçar o fornecimento no longo prazo para os cerca de 6 milhões de habitantes e os setores de agricultura, industria.</span><br />
<span style="font-size: medium;">A geografia de planalto e bastante acidentada do país dificulta o abastecimento.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Um dos principais problemas alí é o bombeamento da água do Vale do Jordão, localizado abaixo do nível do mar até às cidades, a mais de mil metros de altitude. Boa parte do sistema está obsoleto, o que prejudica o desempenho e força o consumo de energia do país. O uso das água do Jordão também é dificultado pelo fato de se tratar de uma fonte fronteiriça e motivo de atrito entre Israel e Jordânia. O rio fornece entre 25% e 30% da água de Israel e 75% da água da Jordânia.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">4 &#8211; Egito</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">- Verões rigorosos, demanda crescente e aumento constante das tarifas tornam a situação do abastecimento de água no Egito bastante complicada. Faltam sistemas de saneamento em larga escala e menos de 15% da população conta com esgoto tratado.</span><br />
<span style="font-size: medium;">Durante o verão de 2008, muitos pessoas chegaram a beber água diretamente do próprio Nilo, o que causou uma série de infecções.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Em muitos casos, nas áreas rurais onde não há canalização, os dejetos ficam a céu aberto, contaminando o solo e consequentemente os escassos lençóis freáticos. O acesso ao Rio Nilo, sem o qual o Egito seria um mero deserto, também está cada vez mais disputado por outros países, como Uganda, Etiópia, Ruanda e Tanzânia. A totalidade da população egípcia, estimada em 80 milhões de habitantes, retira do Nilo 90% de seus recursos hídricos.</span></p>
<div>
<div>
<h2><span style="font-size: medium;">5 &#8211; Israel</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; Em Israel, como em todo o Oriente Médio, água é assunto político. O estado ocupa o vale do Rio Jordão há mais de quatro décadas e não concede acesso à suas margens pelos palestinos, detendo o fornecimento. Estima-se que o estado judeu destina 80% da água do rio para suprir o próprio consumo e 20% para os palestinos.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Durante o verão de 2008, Israel enfrentou sua pior crise de abastecimento de água. Para contornar a situação, o país teve que cavar poços artesianos que estavam reservados para serem usados apenas dois anos depois. O fornecimento de água na região é feito pelo processo de dessalinização, que recebe, anualmente, investimentos vultosos.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">6 &#8211; Nigéria</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; A crise de abastecimento na Nigéria não se dá pela falta de água, já que o país possui reservas, lagos e rios em abundância, mas pela falta de sistemas adequados de tratamento e purificação. Apenas 9% dos nigerianos têm acesso à esgoto tratado e saneamento. Tanto que doenças ligadas à água estão entre as principais causas de morte no país.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Quarto país na lista de &#8220;riscos extremos&#8221;, a Nigéria é 90% dependente do abastecimento de água externa e passa por uma crise humanitária causada, em grande medida, pela seca que atingiu o país no ano passado, e também pelos prejuízos nas colheitas.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">7 &#8211; Iraque</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; O acesso à água no Iraque, um dos piores do mundo, soma-se a outros problemas que assolam a população local, como a violência sectária e os conflitos políticos. Anos de guerra afetaram profundamente a fragilizada infraestrutura hídrica do país, o que tem desencadeado tensões armadas e deslocamentos populacionais, aumentando ainda mais a pressão sobre este recurso natural.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A poluição é outra ameaça ao abastecimento de água potável que deixa milhões de iraquianos em perigo. Além disso, os rios Tigre e Eufrates estão lentamente diminuindo e, em algumas localidades, já não conseguem fornecer água em quantidade suficiente.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">8 &#8211; Omã</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; A incerteza paira sobre os recursos hídricos deste pequeno país árabe. Secas constantes e um número limitado de chuvas ajudam a aumentar as pressões sobre o fornecimento de água para uso agrícola e também doméstico.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O solo de Oman está cada vez mais salinizado pela exploração desenfreada e mal coordenada das reservas subterrâneas de água doce, o que muitas vezes permite a invasão de água salgada no lençol freático das planícies costeiras.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">9 &#8211; Emirados Árabes</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; A escassez de água é uma das questões que mais tem determinado as opções tecnológicas dos Emirados Árabes, confederação no Golfo Pérsico formada por Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Quwain, Ras al-Khaimah e Fujairah. O clima do país é árido, com temperaturas muito elevadas no verão.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Para driblar este cenário nada favorável, os Emirados têm investido em unidades de dessalinização da água do mar. Só Dubai deverá investir cerca de 20 milhões de dólares neste sistema nos próximos sete anos. Até 2025, etima-se que será necessário investir 200 milhões de dólares em programas de infraestrutura e de tratamento de esgoto.</span></p>
<h2><span style="font-size: medium;">10 &#8211; Síria</span></h2>
<p><span style="font-size: medium;">São Paulo &#8211; O acesso à água potável é um desafio diário para a população da Síria. Em muitas regiões do norte do país, a água da chuva é coletada e carregada por burros até as cidadezinhas que sofrem com a escassez do recurso.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A maior parte da água é usada na agricultura, que exige um sistema de intenso de irrigação, enquanto apenas 9% da água destina-se ao suprimento das demandas domésticas.</span></p>
</div>
</div>
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		<title>Um iPad na mão e uma ideia na cabeça: acabar com o cyberbullying</title>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 13:45:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Secretária de Educação do Rio, Claudia Costin, aposta em sua rede de seguidoras no Twitter para combater o problema na rede municipal de ensino Fonte: Veja Cecília Ritto, do Rio de Janeiro “A competição e o individualismo são aspectos culturais que promovem o bullying. Esta é uma forma de violência que se repete ao longo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: medium;">Secretária de Educação do Rio, Claudia Costin, aposta em sua rede de seguidoras no Twitter para combater o problema na rede municipal de ensino<span id="more-311"></span></span></h1>
<div><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/CLAUDIACOSTIN.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-479" title="CLAUDIACOSTIN" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/CLAUDIACOSTIN-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></span></div>
<div><span style="font-size: medium;">Fonte: <span style="font-size: large;"><strong><a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/um-ipad-na-mao-e-uma-ideia-na-cabeca-acabar-com-o-cyberbullying" target="_blank">Veja</a> </strong></span></span><span style="font-size: medium;">Cecília Ritto, do Rio de Janeiro</span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: medium;"> </span></div>
<div><span style="font-size: medium;">“A competição e o individualismo são aspectos culturais que promovem o bullying.<br />
Esta é uma forma de violência que se repete ao longo do tempo e tira o poder da vítima de ser tratada como uma pessoa igual aos seus pares”<br />
</span></div>
<div><span style="font-size: medium;">“Antes da internet o bullying estava mais restrito. Com o cyberbullying, o que poderia ser apenas uma brincadeira passa dos limites, porque se repete ao longo do tempo. A internet não esquece”, afirma Rodrigo Nejm</span></div>
<p><span style="font-size: medium;">Claudia Costin começou a usar o Twitter para manter-se em contato com a filha, que havia acabado de viajar para um intercâmbio na Itália onde ficaria por três meses. As duas trocavam mensagens sobre a vida privada, como tantos outros fazem. De repente, ela se perguntou: “O que eles querem saber sobre a conversa com a minha filha?”. O seu número de seguidores crescia, e a maioria deles era composta por professores. Diante da repercussão de suas postagens, ela adaptou o conteúdo de seu microblog e deu nova utilidade ao seu perfil na rede social. Hoje, com mais de 13 mil seguidores, a secretária municipal de educação do Rio de Janeiro descobriu como usar a ferramenta para facilitar a gestão das escolas da cidade.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Esta semana, Claudia, a líder dos internautas da educação no Rio, participou do primeiro encontro de professores no Twitter. Quando cada um que chegava para o evento recebia um crachá em que se registrava o nome da pessoa e sua conta no microblog – o símbolo “@” seguido de um espaço a preencher.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">A discussão aconteceu em uma escola na Tijuca, zona norte, para tratar de bullying e cyberbullying. Foi uma prova de que a rede de professores conectados tem facilitado a transmissão de informações. “Professores com Twitter são difusores das novidades. Enquanto estávamos aqui nos reunindo, já foi postado o telefone da delegacia de crimes na internet para evitar o cyberbullying. Vários já transmitiram para os outros, e isso vai sendo disseminando”, diz Claudia, uma entusiasta. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Claudia Costin faz visitas às escolas duas vezes por semana e, ao final de cada uma, ‘tuita’ fotos e impressões sobre as instituições. Aos 55 anos, a secretária passa três horas por dia no Twitter. E avisa: “Para me seguir, tem que ser apaixonado por educação”. É por ali que ela traça uma linha de comunicação com professores, garimpa informações sobre métodos bem-sucedidos e fica sabendo de problemas vividos dentro de uma das mais de mil escolas e creches municipais.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">“Não há transformação na educação que não passe pelo professor”, afirma a secretária, que aposta no contato com os docentes para ultrapassar as dificuldades encontradas em cada colégio. No começo de sua gestão, ela utilizava o email para o diálogo rápido com professores. Eram mais de 350 mensagens diárias, o que estava ficando difícil de administrar. Partiu, então, para o Twitter. Durante o encontro, manteve-se conectada, com a ajuda de um iPad.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Enquanto postava em tempo real o que acontecia no evento, o diretor de prevenção da ONG Safernet, Rodrigo Nejm, palestrava sobre as consequências do bullying na internet. “A competição e o individualismo são aspectos culturais que promovem o bullying. Esta é uma forma de violência que se repete ao longo do tempo e tira o poder da vítima de ser tratada como uma pessoa igual aos seus pares”, dizia ele. A secretária, de olhos vidrados no tablet, ouvia – e digitava. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">“Antes da internet o bullying estava mais restrito. Com o cyberbullying, o que poderia ser apenas uma brincadeira passa dos limites, porque se repete ao longo do tempo. A internet não esquece”, analisava Nejm. Ele reforçava a importância de os professores atuarem como mediadores desse debate para estancar a violência. E alertava que a Justiça poderia punir e até condenar as famílias de crianças que praticassem bullying na internet. Outros professores também tiveram espaço para contar histórias vividas em sala e falar sobre como superaram a situação. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Aparentemente, a secretária estava no seu mundo – o do Twitter. Mas a prova de que estava conectada também à discussão está nas intervenções que fazia, pedindo, volta e meia, o microfone. Atenta ao que se falava, avisava que havia postado telefones úteis no microblog, acrescentava informações dos palestrantes e mostrava desenvoltura para escutar e navegar. Digitava e indignava-se com a história de uma mãe contando que a filha levava chutes e pontapés na escola e nada era feito. “A freira do colégio dizia que era brincadeira de criança. A professora falava para a minha filha, na época com sete anos, que não queria saber de fofoca. Isso foi em 2003, e ela precisou por muito tempo de acompanhamento psicológico”, explicava Ellen Bianconi, de 48 anos. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ao final do evento, já de noite, Claudia levantou-se, pôs o iPad debaixo do braço e seguiu caminho. “Acordo pensando em vocês e durmo pensando em vocês. Meu marido também”, brincou, em referência aos seus seguidores. A despedida da secretária, como manda o microblog, foi curta: “Até amanhã às 6h”, disse, numa referência ao horário em que começa a ‘tuitar’.</span></p>
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		<title>Isso é desenvolvimento sustentável</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 18:42:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenvolvimento sustentável: &#8220;O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvimento sustentável: <span id="more-255"></span><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sustentabilidade06.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-269" title="sustentabilidade06" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/sustentabilidade06.jpg" alt="" width="232" height="177" /></a></p>
<p>&#8220;O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e económico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.&#8221;</p>
<p>Fonte: Wikipédia</p>
<p>&#8220;Utilização sustentável significa a utilização de componentes da diversidade biológica de modo e em ritmo tais que não levem, no longo prazo, à diminuição da diversidade biológica, mantendo assim seu potencial para atender as necessidades e aspirações das gerações presentes e futuras.&#8221;</p>
<p>Fonte: Convenção sobre Diversidade Biológica – Artigo 2º &#8211; Utilização de Termos (site Nações Unidas no Brasil – ONU Brasil)</p>
<p><a href="http://fatoseangulosbloginfo.blogspot.com/2010/11/isso-e-desenvolvimento-sustentavel.html Desenvolvimento Sustentável - Imagens " target="_blank">http://fatoseangulosbloginfo.blogspot.com/2010/11/isso-e-desenvolvimento-sustentavel.html<br />
Desenvolvimento Sustentável &#8211; Imagens </a></p>

<a href='https://www.pvfar.com.br/index.php/textos-interessantes/isso-e-desenvolvimento-sustentavel-3.html/attachment/recicle5-2' title='recicle5'><img width="150" height="150" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/recicle51-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="recicle5" title="recicle5" /></a>
<a href='https://www.pvfar.com.br/index.php/textos-interessantes/isso-e-desenvolvimento-sustentavel-3.html/attachment/recicle1' title='recicle1'><img width="150" height="150" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/recicle1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="recicle1" title="recicle1" /></a>
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		<title>Rio não é esgoto. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 02:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A necessidade urgente de providencias basicas das autoridades e uma conscientização ambiental da população. MEIO AMBIENTE – Ecologia Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico; Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado. O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso. Ele é fundamental para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A necessidade urgente de </strong><strong><strong>providencias basicas das autoridades e</strong> </strong><strong>uma conscientização ambiental da população.<span id="more-197"></span></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rioLixo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-472" title="rioLixo" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rioLixo-300x119.jpg" alt="" width="300" height="119" /></a></strong></p>
<p><strong>MEIO AMBIENTE – Ecologia</strong></p>
<p><strong>Apenas recentemente que foi iniciado o Ordenamento Jurídico;</strong></p>
<p><strong>Foram estabelecidos Obrigações as autoridades públicas e o direito de todos terem o MEIO AMBIENTE ecologicamente Equilibrado.</strong></p>
<p><strong>O SANEAMENTO BÁSICO, Não se chama básico por acaso.</strong></p>
<p><strong>Ele é fundamental para evitar as doenças a poluição, proteger o meio ambiente e a saúde das pessoas. Mais Produtos ecológicos… Unificar lista de produtos proibidos que são aplicados na agricultura</strong></p>
<hr />
<h3><strong>Rio não é esgoto</strong><strong> – 09.12.2010 </strong><strong>Foto de Bruno Montenegro</strong></h3>
<p><strong>Depois de quatro meses de intensos trabalhos, está chegando ao fim a CPI dos Rios, presidida pelo vereador Paulo Messina (PV). As principais conclusões dizem respeito à maneira como a Prefeitura lida com o problema, optando por soluções emergenciais em vez de um processo contínuo de manutenção das bacias hidrográficas do Rio de Janeiro. Na outra vertente, a necessidade de uma conscientização ambiental da população, principalmente das comunidades carentes que estão à beira dos rios. Esforço que pode ser resumido na frase que encerra esta entrevista: rio não é esgoto.</strong></p>
<p><strong>O que motivou a criação da CPI dos Rios?</strong></p>
<p><strong>Foram duas coisas: primeiro, uma série de reportagens de O GLOBO denunciando que os rios da cidade estavam sem manutenção. Em segundo lugar um relatório do Tribunal de Contas do Município, que dava conta de que àquela época 52% dos contratos de manutenção dos rios estavam suspensos. De posse dessas informações nos começamos a trabalhar para apurar a causa deste estado de coisas, que piorou de lá para: hoje todos os contratos de manutenção estão suspensos.</strong></p>
<p><strong>A CPI está trabalhando desde agosto. Qual são os principais pontos do relatório que deverá ser entregue daqui a duas semanas?</strong></p>
<p><strong>Hoje, 100% dos rios das bacias da Guanabara e Oceânica estão sem manutenção por falta de verbas. E estas bacias são importantíssimas, porque abrangem rios da Zona Norte, Centro e Zona Sul. Sejam rios pequenos ou grandes estão todos abandonados, sem nenhum contrato de manutenção porque a Rio-Águas não tem verbas para este processo.  Então, em nosso relatório, vamos destacar que as bacias necessitam de manutenção constante, não podem ser apenas obras eventuais como a Prefeitura está fazendo, pois duas semanas depois  chove novamente e volta tudo à estaca zero.</strong></p>
<p><strong>Pelo o que se viu até agora, a Prefeitura só tem trabalhado desta forma emergencial. É uma questão de verbas ou de gestão?</strong></p>
<p><strong>É uma questão de gestão. O município tem verba sobrando. Para você ter uma idéia, o orçamento da Prefeitura para 2010 foi de R$ 13 bilhões de reais. Para 2011, o orçamento será de R$ 18 bilhões de reais. Ou seja, um aumento de quase 40%. Será que não existe uma disponibilidade de R$ 5 milhões ou R$ 10 milhões para realizar a manutenção dos rios de nossas bacias? Não estou falando nem de grandes obras ou intervenções, como são necessárias na Zona Oeste, mas apenas de manutenção.</strong></p>
<p><strong>Segundo a Rio-Águas, a Prefeitura gastou R$ 28 milhões na limpeza e desassoreamento dos principais rios da cidade. Isso é suficiente?</strong></p>
<p><strong>Claro que não. Você gasta 28, 30 milhões em obras emergenciais e duas semanas depois foi tudo por água abaixo, O que nós precisamos é de uma manutenção contínua.</strong></p>
<p><strong>O que vai acontecer ao final dos trabalhos da CPI?</strong></p>
<p><strong>Nossa primeira atitude será apresentar este relatório ao prefeito, para que ele tome consciência da gravidade da situação. Em seguida, vamos apresentar emendas ao orçamento da prefeitura para que a Rio-Águas tenha dinheiro para fazer este trabalho de manutenção.  Se até fevereiro não acontecer nada, vamos entregar o problema ao Ministério Público, porque alguém terá se quer responsabilizado pelas tragédias que irão acontecer com as chuvas de verão que estão previstas para 2011.</strong></p>
<p><strong>O que é que o cidadão consciente pode fazer neste momento para ajudar o Rio de Janeiro a cuidar melhor de suas águas?</strong></p>
<p><strong>As principais razões que fazem um rio encher e transbordar são: primeiro, o assoreamento,  e, em seguida, a quantidade de lixo e resíduos sólidos atirados dentro dele. O assoreamento é um processo natural, mas que é agravado pela quantidade de esgoto e lixo que o rio recebe ao atravessar uma comunidade carente. A outra questão, que também passa pelas comunidades carentes, é o desmatamento em suas margens que os rios sofrem, desde sua nascente até o deságüe. E este desmatamento também contribui para o assoreamento. É um problema extremamente complexo, e que exige uma alta capacitação dos gestores públicos para enfrentá-lo. Mais: é uma questão de conscientização ambiental para que a população entenda o que está acontecendo. Muitas vezes as pessoas jogam o lixo no rio pensando que ele vai ser levado por ele. Mas a população tem que entender que RIO NÃO É ESGOTO.</strong></p>
<div><strong><a href="http://www.gabeira43.com.br/index.php/2010/12/09/rio-nao-e-esgoto/" target="_blank">http://www.gabeira43.com.br/index.php/2010/12/09/rio-nao-e-esgoto/</a></strong></div>
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		<title>Programa, Os Princípios:</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 19:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[1.O PV é um instrumento da ecologia política. Sua existência não é um fim em si mesmo e só faz sentido na medida em que sirva para fazer avançar suas idéias e programa na sociedade transformando concretamente a realidade. O PV faz parte de uma família política internacional, os verdes, que cresce em todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong>O PV é um instrumento da ecologia política. <span id="more-51"></span>Sua existência não é um fim em si mesmo e só faz sentido na medida em que sirva para fazer avançar suas idéias e programa na sociedade transformando concretamente a realidade. O PV faz parte de uma família política internacional, os verdes, que cresce em todo o mundo, desde o final dos anos 70. Relaciona-se com os partidos e movimentos verdes de outros países com base na autonomia, fraternidade e solidariedade. Propõe-se a desenvolver uma estratégia conjunta e uma ação coordenada em favor do desarmamento, da desnuclearização, do ecodesenvolvimento, da solução negociada dos conflitos e do respeito às liberdades democráticas, justiça social e direitos humanos em todos os países do mundo.</p>
<p><strong>2.</strong>Considerando a crescente impotência dos estados nacionais, mesmo os das nações mais poderosas, de controlar os fluxos da especulação financeira internacional e o aprofundamento das desigualdades na relação norte-sul; o aumento da exclusão, do desemprego e das injustiças sociais; as ameaças ambientais em escala planetária, como o &#8220;efeito estufa&#8221;, a deterioração da camada de ozônio e a proliferação nuclear; os verdes deve tomar a iniciativa de propor formas supranacionais de controle democrático sobre as movimentações especulativas de capitais, sobre o fluxo de produtos e serviços que não contemplem em seus países de origem a sustentabilidade econômica, social e ambiental, e as agressões ao meio ambiente de efeito global.</p>
<p><strong>3.</strong>O PV luta pelo fortalecimento do movimento ecologista e pela realização das suas propostas. Funciona como um canal de ação política, no campo institucional, para servir o ambientalismo, sem pretensões hegemônicas ou instrumentalizantes. O PV participa, através dos seus militantes, dos movimentos sociais, culturais e das organizações não governamentais. O PV deve organizar-se junto às comunidades locais, obter o poder através dos diversos níveis do legislativo e executivo, para a execução do programa verde no plano local, regional e nacional.</p>
<p><strong>4.</strong>O PV não se aprisiona na estreita polarização esquerda versus direita. Situa-se à frente. Está aberto ao diálogo como todas as demais forças políticas com o objetivo de levar à prática as propostas e programas verdes. O PV identifica-se com o ideário de esquerda no compromisso com as aspirações da grande maioria trabalhadora da população e na solidariedade com todos os setores excluídos, oprimidos e discriminados. Defende a redistribuição da renda, a justiça social, o papel regulador e protetor do poder público em relação aos desfavorecidos e os interesses da maioria dos cidadãos, não só diante do poder econômico, como dos privilégios corporativistas. Mas não segue os cânones da esquerda tradicional, da mesma forma com que questiona a hegemonia neoliberal, duas vertentes do paradigma produtivista do século XIX. Os verdes buscam na ecologia política novos caminhos para os problemas do planeta.</p>
<p><strong>5.</strong>O PV se identifica com os princípios democráticos e pluralistas: sufrágio universal, pluripartidarismo, voto facultativo, separação de poderes públicos e subordinação das Forças Armadas ao poder civil, livremente eleito pelo povo. Reconhece na democracia o instrumento de superação de divergências e defende o aprofundamento de uma cultura democrática que estimule o convívio pacífico, harmonioso, solidário e cooperativo entre os cidadãos. O PV defende no campo institucional:</p>
<p><strong>A REFORMA DO ESTADO:</strong> a modernização, informatização, desburocratização e democratização, visando à formação de um corpo de administração eficiente, impessoal e democrático, capaz de atender da mesma forma qualquer cidadão, independente do seu status social. Esse objetivo de médio e longo prazo passa por uma política de remanejamento de pessoal, combate à acumulação de aposentadoria, destinado a racionalizar o número de funcionários, esvaziar o clientelismo e chegar a um corpo menor, bem remunerado e instruído de servidores públicos, prestando serviços com atuação responsável.</p>
<p><strong>A FEDERAÇÃO:</strong> Aprimoramento do desenho institucional do País para a afirmação de uma verdadeira federação através da definição clara dos papeis da União, Estados e Municípios e dos mecanismos que permitam a integração destas três instâncias e a criação de novas, integradas, com autoridade sobre ecossistemas, bacias hidrográficas e regiões metropolitanas.</p>
<p><strong>O PODER LOCAL:</strong> os municípios devem recuperar o conjunto de competências necessárias ao seu exercício que significa a gestão do dia a dia da população. Deve passar à órbita municipal a gestão efetiva dos transportes e do trânsito, das águas e esgotos, do meio ambiente, da segurança, da saúde, da educação e dos demais setores básicos de imediato interesse da população.</p>
<p><strong>A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA:</strong> devem ser criados mecanismos de democracia direta, como referendos ou plebiscitos que permitam aos cidadãos deliberar diretamente sobre questões de âmbito nacional, regional ou local, facilitada à participação ativa da população em conselhos para deliberar, fiscalizar e dar mais entrosamento e eficácia à ação do poder público.</p>
<p><strong>A AGENDA 21:</strong> compromisso planetário assumido na Conferência Rio 92 a ser implementado no âmbito nacional, regional e local para viabilizar os programas socioambientais nela contidos com sua metodologia participativa na busca da sustentabilidade.</p>
<p><strong>O PARLAMENTARISMO:</strong> trata-se de um modelo institucional mais flexível e eficaz. O Partido Verde considera que eleitorado deve voltar a ser consultado sobre essa questão.</p>
<p><a href="http://www.pv.org.br/interna_programa.shtml" target="_blank">http://www.pv.org.br/interna_programa.shtml</a></p>
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		<title>Programa, 2 &#8211; Economia Verde Para Uma Vida Melhor</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 19:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[PV Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[1.A estreita relação entre a questão ambiental e a questão social é a base da proposta verde para uma vida melhor. Os problemas tanto sociais como ambientais devem ser tratados numa perspectiva integrada e sistêmica para realmente terem efeito sobre a qualidade de vida da população. A simples reivindicação quantitativa, economicista de &#8220;mais&#8221; raramente trará [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong>A estreita relação  entre a questão ambiental e a questão social é a base da proposta verde  <span id="more-54"></span>para uma vida melhor. Os problemas tanto sociais como ambientais devem  ser tratados numa perspectiva integrada e sistêmica para realmente terem  efeito sobre a qualidade de vida da população. A simples reivindicação  quantitativa, economicista de &#8220;mais&#8221; raramente trará consigo, de forma  automática, uma vida melhor. Mais renda e mais consumo nem sempre são  capazes propiciar, por si só, uma melhor qualidade de vida e mais  felicidade, podem, eventualmente, até mesmo acelerar sua degradação.  Inversamente, a simples preocupação conservacionista da natureza, sem  uma sensibilidade social aliada à incapacidade de apontar modelos de  desenvolvimento sustentável só pode agravar a miséria e abrir caminho a  uma devastação ambiental ainda maior no futuro. Os verdes propugnam o  desenvolvimento sustentável como caminho para combater a miséria e o  desperdício. Isso significa gerar trabalho e empregos de forma intensiva  na preservação e recuperação ambiental e desenvolver novos setores da  economia baseados em tecnologias limpas.</p>
<p><strong>2.EMPREGO, QUALIDADE DE VIDA E PRODUÇÃO: </strong>o  desemprego e a exclusão são o principal desafio social planetário da  virada do milênio. No Brasil a crônica marginalização de milhões de  pessoas em relação à sociedade produtiva e de consumo será agravada por  um novo desemprego, atingindo trabalhadores previamente integrados,  sobretudo no setor industrial, resultante dos avanços da informatização,  da automação e da internacionalização da economia. Para fazer frente a  essa realidade é necessário:</p>
<p>a) criar mecanismos de emprego compartilhado e ampliar o seguro desemprego;</p>
<p>b) o poder público investir diretamente  e estimular investimento privado na criação de empregos no  desenvolvimento local, com utilização intensiva de mão de obra na  proteção e recuperação ambiental: reflorestamento, reconstituição de  áreas degradadas, proteção e conservação de florestas e parques,  reciclagem de lixo, saneamento básico e despoluição hídrica, educação  ambiental e sanitária, ecoturismo, entre outros&#8230;</p>
<p>c) estimular as pequenas e médias  empresas apoiando sua modernização e a adoção de tecnologias eficazes e  na busca de novas formas de economia comunitária, cooperativa e  autogestionária.</p>
<p>d) manter taxas de juros compatíveis  com as possibilidades de desenvolvimento e linhas de crédito públicas  para pequenas e microempresas bem como cooperativas potencialmente  geradoras de mais empregos;</p>
<p>e) criar incubadoras de pequenas e  microempresas, cooperativas e organizações sociais para apoiá-las nos  tramites burocráticos, prospecção de mercado e no acesso ao crédito.</p>
<p><strong>3.</strong>Numa economia  mundial que se orienta cada vez mais para serviços mais diversificados e  sofisticados, profundamente condicionada pela especulação financeira  transnacional, é necessário lutar por uma retomada cada vez maior de  investimentos produtivos prioritariamente na melhoria da qualidade de  vida da população em todos os níveis, em novos serviços que preservem e  recuperem o meio ambiente e melhorem o cotidiano das pessoas.</p>
<p><strong>4.</strong>Os verdes não fazem  uma distinção maniqueísta entre investimentos nacionais e estrangeiros.  Preferem tomar como critério as implicações e conseqüências sociais e  ecológicas desses investimentos e o valor de uso do bem ou serviço  produzido, estimulando investimentos geradores de empregos e trabalhos,  bens e serviços úteis, produzidos em melhores condições ambientais e  desestimulando os baseados na superexploração do trabalhador e na  poluição do meio ambiente ou na não-sustentabilidade.</p>
<p><strong>5.REFORMA AGRÁRIA ECOLÓGICA E LUTA CONTRA O DESPERDÍCIO E A FOME:</strong> o acesso à terra, ao crédito e à orientação para uma agricultura  produtiva e ecologicamente sustentável é um dos principais problemas  sociais brasileiros.</p>
<p>O PV defende:</p>
<p>a) a desapropriação de terras ociosas  ou de baixa produtividade e dos megalatifundios, preservadas as áreas de  interesse ecológico. O aumento do número de proprietários rurais e  produtores priorizando os estados onde vivem os sem-terra e  desestimulando o êxodo rumo à Amazônia bem como o inchaço das periferias  das grandes cidades; apoio à formação de cooperativas de produção,  distribuição e venda de produtos agrícolas de consumo popular;</p>
<p>b) articulação da reforma agrária com uma política agrícola de apoio à agricultura orgânica.</p>
<p>c) Estímulo à produção de alimentos  saudáveis para o mercado interno e aperfeiçoamento da rede de transporte  e estocagem de alimentos tornando-os mais seguros, reduzindo o  desperdício e às perdas de alimento por erros de estocagem ou transporte  e pela não reciclagem das sobras no varejo;</p>
<p>d) criação de redes de fornecimento  gratuito e diário de refeições, coordenadas localmente em parcerias dos  municípios com as ONGs e a iniciativa privada, institucionalizadas de  forma a assegurar seu serviço regular e sua continuidade.</p>
<p><strong>6.IMPOSTO NEGATIVO, RENDA MÍNIMA, SALÁRIO ESCOLAR E MICROCRÉDITO:</strong> O PV defende o papel do poder público no combate à miséria absoluta e  na proteção dos mais desfavorecidos que não podem ser abandonados ao  espontaneísmo muitas vezes massacrante do mercado. A crise do &#8220;estado do  bem estar” (welfare state) &#8211; que nunca existiu de forma efetiva no  Brasil &#8211; significa o anacronismo de certos mecanismos, não do princípio  em si. A espontaneidade do mercado aliada à automação só gerará mais  exclusão e marginalidade sem a intervenção pública. Esta deve, no  entanto, livrar-se do clientelismo, do corporativismo e dos privilégios a  setores que estão longe de constituir os segmentos mais vulneráveis. O  combate decidido à miséria absoluta é fundamental não só para os  miseráveis como para toda a sociedade.</p>
<p>Os Verdes propõem:</p>
<p>a) a gradual introdução do imposto negativo para assegurar uma renda mínima de sobrevivência a todo cidadão necessitado;</p>
<p>b) a criação de um salário escolar para as mães de adolescentes e crianças carentes que as mantenham nas escolas;</p>
<p>c) para obter fundos para esses  programas pode-se recorrer ao aumento de taxação sobre a indústria de  bebidas, tabaco entre outras e o setor financeiro.</p>
<p>d) criar redes de microcréditos para projetos uni ou multifamiliares dirigidos por mulheres;</p>
<p>e) promover a reciclagem e a  recapacitação profissional em grande escala para fazer frente às  mutações do mercado de trabalho e implementar programas com estímulo  fiscal à contratação de jovens por meio período garantindo-lhes o  prosseguimento dos estudos.</p>
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