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	<title>Partido Verde Farroupilha &#187; Segurança Diversos</title>
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	<description>Filie-se ao Partido Verde - Farroupilha</description>
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		<title>A boa vida do assassino em liberdade</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 23:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[circunstâncias]]></category>
		<category><![CDATA[DENUNCIEM]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Que Justiça terão nossos Filhos, Netos e Bisnetos? Fonte: VEJA 24/05/2011 O País quer Saber A boa vida do assassino em liberdade (Texto publicado originalmente em 16 de agosto de 2010) Bruno Abbud Em 1997, o jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves dirigia a redação da Gazeta Mercantil e tinha 60 anos quando conheceu Sandra Gomide, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: medium;"><strong>Que Justiça terão nossos Filhos, Netos e Bisnetos?<span id="more-894"></span></strong></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;"></p>
<div>
<div>
<p style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pimenta1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-895" title="pimenta1" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pimenta1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pimenta.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-896" title="pimenta" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pimenta-300x209.jpg" alt="" width="300" height="209" /></a></span></p>
<p style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pimenta.jpg"></a>Fonte:</span></p>
<p style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;">VEJA 24/05/2011 </span><span style="font-size: medium;"><strong>O País quer Saber</strong></span></p>
</div>
<h1 style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;">A boa vida do assassino em liberdade</span></h1>
<div style="font-size: x-small;">
<p><span style="font-size: medium;"><strong>(Texto  publicado originalmente em 16 de agosto de 2010)</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/files/2011/05/pimenta-460x306.jpg"></a></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><em><strong>Bruno  Abbud</strong></em></span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Em  1997, o jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves dirigia a redação da <em>Gazeta  Mercantil</em> e tinha 60 anos quando  conheceu Sandra Gomide, de 29. Dois anos depois, ao assumir a direção de redação  do jornal <em>O  Estado de S. Paulo</em>, nomeou a namorada editora de Economia e decidiu  incorporá-la ao seu patrimônio pessoal. Inconformado com o fim do romance em  maio de 2000, primeiro perseguiu-a profissionalmente, depois passou a agredi-la  fisicamente e, finalmente, condenou-a à morte.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Executou  a sentença em 20 de agosto de 2000 com uma bala nas costas e um tiro de  misericórdia na cabeça. Foragido, repreendeu por telefone os antigos  subordinados: achava que a cobertura do caso feita pela<em> Folha</em> era melhor. Depois de entregar-se, censurou  com rispidez o delegado que o interrogava: estava insatisfeito com o teor das  perguntas. Pimenta Neves comportou-se todo o tempo com a arrogância dos que se  sabem condenados à impunidade.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Até  1979, quando o colunável paulistano Raul “Doca” Street foi condenado à prisão  por ter assassinado a socialite mineira Ângela Diniz, os criminosos passionais  escapavam da cadeia pelo túnel aberto no Código Penal por uma excrescência  jurídica: “o direito à legítima defesa da honra”. Como o truque fora revogado,  Pimenta Neves valeu-se do método utilizado por quem tem dinheiro suficiente para  pagar honorários calculados em dólares por bons advogados. Nesta sexta-feira,  fará dez anos que continua em liberdade graças a apresentação de sucessivos  recursos às distintas instâncias da Justiça. Condenado em 2006 a 19 anos de  prisão (depois reduzidos para 15), só ficou numa cela durante sete meses.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Hoje,  enquanto aguarda o julgamento do recurso que, a julgar pelo histórico do caso,  nunca será o último, vive numa casa de 930 metros quadrados na Chácara Santo  Antônio, zona sul da capital paulista. Costuma passar o dia lendo e navegando  pela internet, como descreve a <a href="http://veja.abril.com.br/230909/quase-decada-impunidade-p-74.shtml" target="_blank">reportagem da edição 2131 de VEJA</a>. Sai pouco, não lhe sobraram  amigos.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Antonio  Pimenta Neves vai morrer desfrutando da liberdade que Sandra Gomide perdeu ao  procurar um namorado e encontrar o algoz.</span></p>
</div>
<p style="font-size: x-small;">&nbsp;</p>
<hr style="font-size: x-small;" />
<p><span style="font-size: medium;">24/05/2011 </span><span style="font-size: medium;"> <strong>Direto ao Ponto</strong></span></div>
<h1 style="font-size: x-small;"><span style="font-size: medium;">Pimenta Neves prova que a Justiça é tão lenta para prender quanto  ágil para soltar</span></h1>
<div style="font-size: x-small;">
<p><span style="font-size: medium;">“Antonio  Pimenta Neves vai morrer desfrutando da liberdade que Sandra Gomide perdeu ao  procurar um namorado e encontrar o algoz”, termina o texto de Bruno Abbud  publicado em 16 de agosto de 2010 e reproduzido na seção<em> O País quer Saber</em>. Ao saber que o  Supremo Tribunal Federal rejeitou nesta tarde o último dos incontáveis recursos  apresentados pelo assassino confesso, e que o ex-diretor do<em> Estadão</em>foi recolhido a uma cela no  começo da noite, a coluna preparou-se para admitir, com muito prazer, que errou.  Infelizmente, a previsão foi correta.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">À  saída de sua casa, uma jornalista perguntou-lhe se está pronto para passar os  próximos 15 anos numa cela. “Claro”, retrucou o ex-diretor de redação do <em>Estadão. </em>O tom de voz e a expressão desafiadora  informam que Pimenta Neves não perdeu a arrogância. E não perdeu por saber que a  Justiça brasileira, tão lenta para prender, é espantosamente ágil para soltar.  Graças aos infinitos malabarismos jurídicos que não só encurtam a pena como  permitem que seja cumprida em liberdade, os 15 anos serão reduzidos a 23  meses.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O  Brasil esperou 11 anos pela prisão de Pimenta Neves. A boa notícia chegou em  companhia de outra péssima: o paraíso dos bandidos impunes trata com indulgência  até quem mata uma jovem indefesa com uma bala nas costas e um tiro de  misericórdia na cabeça.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/" target="_blank">http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/</a></span></p>
</div>
<p></span></div>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><!--more--></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Reincidência de presos:</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 00:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Só gera descrédito nas instituições e tem origem na omissão do legislador federal que teria a capacidade de mudar as leis. Ladrão que em Outubro de 2010 foi Preso pela 9ª vez em Porto Alegre. Em 15/01/2011 continua a roubar e atirou em um policial, sendo que pela 20ª vez foi preso. 30/01/2010 Oficial da BM indigna-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: medium;"><strong>Só gera descrédito nas instituições e tem origem na omissão do legislador federal que teria a capacidade de mudar as leis.</strong><span id="more-599"></span></span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/crim3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-600" title="crim3" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/crim3.jpg" alt="" width="195" height="144" /></a></strong></span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><strong>Ladrão que em Outubro de 2010 foi Preso pela 9ª vez em Porto Alegre. </strong></span></div>
<div><span style="font-size: medium;"><strong>Em 15/01/2011 continua a roubar e atirou em um policial, sendo que pela 20ª vez foi preso.</strong></span></div>
<div>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>30/01/2010 <strong>Oficial da BM indigna-se diante dos índices de criminalidade</strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Fonte Zero Hora Entrevista: Sérgio Lemos Simões, comandante do 11° Batalhão de Polícia Militar</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>Marcelo Gonzatto | <a href="mailto:marcelo.gonzatto@zerohora.com.br"><span style="color: #2e4d2e;">marcelo.gonzatto@zerohora.com.br</span></a></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong> </strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Morador de Porto Alegre, Sérgio Lemos Simões, 48 anos, sente-se inseguro e exige ação das autoridades para derrubar os índices de criminalidade. Seria um anseio idêntico ao de qualquer outro cidadão, não fosse ele um dos mais importantes oficiais da Brigada Militar.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>O tenente-coronel, comandante do 11° Batalhão de Polícia Militar, chefia cerca de 300 PMs que atuam na Zona Norte – região onde vivem cerca de 600 mil pessoas. Diante da ingrata rotina de prender bandidos que acabam soltos em poucos dias ou em questão de horas, Simões faz um desabafo comum a civis cuja proteção fica sob sua responsabilidade: “Ninguém aguenta mais isso”. </strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Ele se refere a casos como o da traficante Luciana Lopes, 26 anos, presa pela quinta vez em menos de um ano. Nas outras oportunidades, por decisão judicial, acabou solta e voltou a abastecer o mercado de drogas. Há três décadas na BM, o tenente-coronel cobra mudanças de postura de deputados e do Judiciário. Confira trechos da entrevista concedida ontem a ZH: </strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>Zero Hora – ZH mostrou ontem o caso de uma traficante presa cinco vezes em menos de um ano. As polícias prendem sempre os mesmos criminosos?</strong><strong> </strong><strong> </strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong> </strong><strong>Tenente-coronel Sérgio Lemos Simões –</strong> Não mudou nada. Anteontem (terça-feira), prendemos aqueles dois vagabundos que fizeram o sequestro relâmpago do filho de um coronel. Os dois caras com uma baita ficha criminal. E a ficha criminal é uma parte mínima, é quando ele (o bandido) foi preso. Nós chamamos de cifra negra tudo o que ele fez e ninguém viu, e ele não foi preso. No mínimo, é 10 vezes mais do que a ficha verdadeira dele. Todas aquelas maldades que ele fez mas não foi preso.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Qual a sensação que isso deixa para um policial?</strong><strong> </strong><strong> </strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> A sensação que fica é de descrédito nas instituições. Quando tu prendes um delinquente de madrugada, e este delinquente é solto na tarde do mesmo dia, isso gera um descrédito, por parte dos policiais, nas instituições. Quando um cara rouba oito vezes no bairro Petrópolis e é solto oito vezes, não tem polícia que aguente uma coisa dessas.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – A que instituições o senhor se refere?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Todo mundo sabe que é o legislador federal que tem a capacidade de mudar as leis. Por que eu cobro dos estaduais? Porque eles podem abrir o caminho para nós. Quem é o nosso elo com o deputado federal, não é o deputado estadual? Não é a pessoa que tem conhecimento, contato, que pode nos ajudar, ajudar a sociedade? Eles podem fazer isso para nós. Nós temos recursos para construir presídios em Brasília, mas onde está o empenho para liberar essas verbas? Onde está o empenho para modificar o Código Penal, o Processo Penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para regredir a maioridade penal? Onde está o empenho? A construção da segurança pública é feita a três mãos.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Quais?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> O Executivo, que é o primo pobre, o Legislativo e o Judiciário. Essa construção da segurança pública tem de ser feita a três mãos.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Sem essas mudanças na lei que o senhor defende, qual é na prática o papel da polícia hoje?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong><strong> </strong>Retrabalho, resserviço, dinheiro que poderia ser investido em equipamentos para a polícia, em escolas. É dinheiro posto fora, porque tu prendes o cara num dia, no mesmo dia ele vai voltar a roubar. Tu tens de tratar de maneira desigual os desiguais. Um cara que é analfabeto, sem qualificação nenhuma, que só sabe roubar, causar dor e sofrimento, tem de ficar preso. Aí tu pegas a nossa legislação penal. Um sexto da pena, tendo bom comportamento, passando nos laudos psicológicos, e o cara está solto. Isso é absurdo. Tem de cumprir no mínimo metade da pena. E, a cada reincidência, ela tem de ser agravada. Outra coisa que tem de ser modificada com urgência é o juiz passar a analisar a reincidência.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – A reincidência não é levada em consideração?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Só depois de transitar em julgado o primeiro fato. Se tu pegas um cara que em 2009 cometeu nove crimes, enquanto ele não for julgado pelo primeiro, ele vai continuar sendo preso e solto, preso e solto. Ninguém aguenta mais isso.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Isso frustra a tropa de maneira geral?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Mas é claro, se eu que sou tenente-coronel fico frustrado, tu imaginas o meu soldado. É impressionante, cara, é impressionante. Não defendo que o camarada vá apodrecer na cadeia, não é isso. Não sou um reacionário, um retrógrado, um maluco. Eu defendo que o cara fique segregado. Tu preferes alguém causando dor e sofrimento para a tua família ou preso? Um cara que não sabe fazer outra coisa na vida a não ser roubar e causar sofrimento. Quer que ele fique na rua assaltando a tua mãe, teu pai, teus irmãos? É isso?</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Ninguém quer isso…</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Eu admiro o humanismo do Judiciário, o humanismo dos Direitos Humanos, admiro tudo isso, mas a minha obrigação é defender a sociedade. Todo agente público tem por dever defender a sociedade. É pró-sociedade. Nós, o soldado da Brigada Militar, o legislador e o juiz. Entre o delinquente ficar na rua, causando dano, dor e sofrimento, ou ficar preso, ele tem de ficar preso. Por isso eu cobro dos legisladores e cobro dos julgadores. O legislador tem de ser mais ágil, tem de modificar a lei, nos ajudar a modificar a lei. E o julgador tem de nos ajudar a manter esses camaradas presos.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – O senhor entende que apenas o policial é cobrado?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Quem é que tu vês na rua? Tu vês o juiz na rua? Tu vês o legislador na rua? Quem tu vês na rua? É o policial. Então tu cobras de quem tu vês. Por isso, a ideia que eu tinha era de proibir meus policiais de irem a reuniões comunitárias. Porque eu já cansei de dar explicações. Não tem mais o que explicar. Então deixa para o legislador explicar, para o juiz explicar. Ele vai lá e explica o que é o garantismo (filosofia jurídica que prevê a garantia dos direitos do cidadão frente ao Estado), os nossos deputados explicam por que tem milhões para construir presídios em Brasília e esse dinheiro não vem, explicam por que não modificam o ECA e o processo penal.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – O senhor mantém a intenção de proibir os policiais de irem a essas reuniões?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Proibir os oficiais e praças de irem às reuniões comunitárias só iria piorar a situação, porque mais desamparados eles (os cidadãos) ficariam. Essa minha colocação fez nada mais nada menos do que botar o bode na sala. Pô, esse cara criou um problema…</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – A situação na área de segurança pública está piorando?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Isso é importante. Por incrível que pareça, os índices de criminalidade têm baixado, mas em níveis insuportáveis. Baixou, mas continua ruim. É o cara que está com 45 graus de febre. Baixou para 40. Não é alarmismo, os índices baixaram, principalmente no mês de janeiro, mas tem de levar em conta que o pessoal está na praia. Na Zero Hora saiu uma reportagem com os índices de aprovação do governo do Estado, e o pior índice é o da segurança pública. É uma série de fatores que tem de trabalhar junto. Se ficar só com a Brigada, só com a Polícia Civil, não tem como. O cara que é preso tem de ficar preso.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – E o argumento de que não há presídios em condições adequadas para receber esses presos?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Não é problema meu, não é problema do cidadão, não é problema do teu pai e da tua mãe que pagam impostos. O cara rouba 10 vezes num ano e 10 vezes é solto, rapaz. E o juiz entende que o crime não foi violento? Mas para aí, temos de esperar o que para ele ir realmente preso? Que mate alguém?</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Hoje, dos criminosos que vocês prendem, só segue preso quem comete crime grave?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Só quando comete algo gravíssimo. E o patrimônio? E o dinheiro que tu ganhas todo mês para comprar um carrinho, uma TV, um rádio, aí um vagabundo leva. Isso não é grave? O cara quebrar o vidro do teu carro, levar o som do teu carro, não é grave? Onde é que nós estamos? Onde nós vamos parar? Agora vou abrir o meu coração. O nosso Poder Legislativo é descompromissado com relação aos temas da segurança pública. Três anos temos dessa legislatura. Me diz os projetos na área da segurança. Tinha um das tornozeleiras eletrônicas. Onde anda isso?</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Parado?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Rodou outro aí sobre os desmanches. Onde anda isso aí? Qual é o empenho em relação à segurança pública? Na minha opinião, é uma Assembleia descompromissada com os assuntos da segurança pública. Em três anos, nossos deputados estiveram mais preocupados com o pufe da Yeda, a casa da Yeda e da filha da Yeda, com CPIs que não levaram a nada. E a segurança pública, e a dor das pessoas na rua?</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – Que medidas o senhor entende que poderiam ser tomadas?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> O deputado estadual não legisla sobre temas penais, mas poderia fazer pressão em Brasília para nos ajudar a tentar mudar o estado de coisas. Aí entra o deputado federal, principalmente. Tu abres o jornal, e sobre o que os deputados falam? Que vão compor com tal partido. E a segurança pública? Eu, não como tenente-coronel, mas o cidadão Sérgio Lemos Simões, que paga imposto, eu exijo que o Legislativo e o Judiciário me deem segurança. Eu exijo que me deem segurança.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>ZH – O senhor não se sente seguro?</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>Sérgio –</strong> Eu não me sinto seguro. Como eu vou me sentir seguro, cara? Tu achas que eu fico tranquilo quando um filho meu sai à noite em Porto Alegre? Pergunta para qualquer um nessa cidade se fica tranquilo quando o filho sai à noite. Nós precisamos de empenho, de compromisso, trazer verbas para construir presídios. Precisamos de pessoas com capacidade e determinação para mudar esse estado de coisas. Se ficar só nas costas do policial, não tem como.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>Contrapontos</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong><strong>O que diz Ivar Pavan, presidente da Assembleia Legislativa</strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong>Acho estranha essa crítica. Não há legislação tramitando na Assembleia que possa melhorar a vida da segurança, mas a segurança não melhora só por leis. Quem comanda a segurança é a governadora, ela tem o orçamento e define as políticas de segurança que são aplicadas. Por isso, acho que as críticas vieram para o endereço errado. Quanto à possibilidade de intervenção para promover mudanças na legislação penal, esse é um debate que vem de muitos anos. Além disso, o governo federal tem atuado nessa área. Cerca de 20 mil policiais gaúchos recebem bolsa para formação. </strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>O que diz Carlos Marchionatti, presidente da Ajuris</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong>Os juízes devem cumprir a lei e interpretar os casos. Mas há situações em que os juízes mandam prender, e a polícia não prende. Outras vezes, a polícia prende, mas o juiz verifica que a prisão não pode ser mantida. Há milhares de mandados de prisão que as autoridades policiais não conseguem cumprir. Não faço essa menção como crítica, mas para ampliar a análise. A questão dos antecedentes é uma discussão jurídica polêmica, porque a Constituição estabelece que só se considera culpado após transitado em julgado. Mas os juízes levam em consideração os antecedentes criminais e, muitas vezes, determinam prisões baseados nisso. Os juízes também têm formas diferentes de pensar. Acima de tudo, têm de cumprir a lei.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>Exemplos de impunidade</strong><strong> </strong><strong></strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong></strong>Repetidas prisões e crimes cometidos por reincidentes chamam a atenção. Confira alguns casos emblemáticos:</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>- Traficante reincidente</strong> – Na quinta-feira, uma operação do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) resultou na prisão de Luciana Lopes, 26 anos, em flagrante por tráfico de drogas em Porto Alegre. É sua quinta prisão em menos de um ano. Ela tinha 94 pedras de crack. Pequenos traficantes como Luciana representam 85% das detenções feitas pelo Denarc, e costumam ficar dois meses na cadeia.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>- Jovem assassinado</strong> – Dia 7 de janeiro, aprovado para um curso superior de Engenharia e prestes a noivar, o estudante Diogo Pinheiro da Cruz, 19 anos (foto), foi morto em Caxias do Sul com dois tiros à queima-roupa. Um dos envolvidos no crime, Rodrigo Hofman Góis, 24 anos, havia sido detido anteriormente por porte ilegal de arma, mas acabou solto. Cruz, o mais velho de quatro irmãos, morreu por R$ 500.</strong></span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><strong><strong>- Ladrão preso nove vezes</strong> – Fabrício Almeida de Azevedo, 20 anos, foi pego em outubro carregando objetos de uma academia de ginástica no bairro Petrópolis, em Porto Alegre. Era sua nona prisão em um período de um ano em situações semelhantes. Nas oito vezes anteriores, acabou solto depois de passar poucos dias na prisão.</strong></span></p>
<p><strong></strong></p>
<div><strong><span style="font-size: large;"><span style="font-family: Verdana;">Falta de rigor no sistema penal faz jovem ser preso 20 vezes em cinco anos</span></span></strong></div>
<div>
<h4 class="tipo-b"><strong><span style="font-size: large;">Reportagem mostra o prende e solta de um jovem de apenas 21 anos</span></strong></h4>
<div id="fonte" class="coluna"><!-- F--><strong><span style="font-size: large;"><script type="text/javascript"></script><small class="autor">Fonte: Zero Hora &#8211; Francisco Amorim | <a href="mailto:francisco.amorim@zerohora.com.br">francisco.amorim@zerohora.com.br</a></small> </span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size: large;"><script type="text/javascript"></script><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-family: Times New Roman;">Polícia<!-- 22/01/2011--><!-- 17h56min--> |<span class="data"> 22/01/2011<!-- 17h56min--> </span></span></span><a href="http://anuncio.clicrbs.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/zh/agora/plantao/materias/586990022/Middle1/default/empty.gif/61633139303531353464333039366230" target="_top"><img style="border: 0px;" src="http://anuncio.clicrbs.com.br/RealMedia/ads/Creatives/default/empty.gif" border="0" alt="" width="2" height="2" /></a></span></strong></div>
<p> </p>
<p><span style="font-size: medium;">Se em alguns países, em determinados momentos, a ordem do dia é reprimir com rigor pequenos deslizes como quebrar uma vidraça, o Brasil de hoje parece tolerar que criminosos ajam reiterada vezes, quase sempre impunes.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O entra e sai da cadeia que se repete por anos, muitas vezes só costuma ter fim quando o bandido é morto ou ferido em confronto com forças policiais. É o caso de Fabrício Almeida de Azevedo, 21 anos, preso 20 vezes em um intervalo de cinco anos agindo na Capital.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Quantas vezes um ladrão precisa ser flagrado furtando objetos para receber uma punição mais rigorosa do que um “puxão de orelhas” na delegacia ou no fórum? A prática reiterada de um delito, mesmo que de menor potencial ofensivo, já não oferece prejuízo suficiente à sociedade para justificar seu encarceramento? A rotina de idas e vindas de delegacias não o impulsionaria a ações mais violentas? Especialistas e as autoridades divergem em suas opiniões.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Enquanto os mais liberais defendem que mesmo ladrões contumazes aguardem em liberdade o julgamento de seus processos, alas mais conservadoras sustentam a prisão provisória para bandidos que acumulam crimes nas ruas.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Ao ser preso 20 vezes, a mais recente delas no fim de semana passado, Azevedo se tornou o mais novo símbolo impune desse prende e solta do sistema penal brasileiro, onde a superlotação das cadeias tem influenciado as decisões de magistrados. Velado ou expresso nos despachos judiciais, é regra entre juízes o entendimento de que pessoas sem condenação (os chamados réus primários) devem ficar longe das celas. Juízo que garantiu ao ladrão contumaz se beneficiar por seis vezes da liberdade provisória. Em algumas das prisões, Azevedo sequer ficou um dia preso, mesmo sendo autuado em flagrante por estar com bens furtados.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">– O problema da falta de vagas nos presídios é real, mas está sendo usado indevidamente para manter soltos criminosos que sabidamente praticam crimes nas ruas. No caso dele (Azevedo), fica evidente que deveria receber uma punição maior. Isso tudo gera uma sensação de impunidade. O criminoso acha que “não vai dar nada’’, enquanto a vítima deixa de acreditar na Justiça e policiais se sentem desestimulados – avalia o promotor Fabiano Dallazen, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal do Ministério Público.</span></p>
</div>
</div>
<p><span style="font-size: medium;"> </span></p>
<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position: absolute; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden; top: 0px; left: -10000px;">﻿</div>
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		<title>Criminoso juvenil: A história da prisão de um menino, olheiro do tráfico.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 00:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Drogas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por *Rodrigo Bueno Gusso:  Delegado de Policia Civil de Santa Catarina *Especialista em Segurança Pública (PUC-RS); mestre em Direito (UNIVALI-SC); e doutorando em Sociologia (UFPR). &#160; Alguns dias atrás, durante uma operação conjunta da Polícia Civil investida em um bairro periférico, acabamos por prender mais um olheiro do tráfico, também conhecido como avião. Até aí nenhuma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div><strong><span style="font-size: small;">Por *Rodrigo Bueno Gusso:  Delegado de  Policia Civil de Santa Catarina<span id="more-604"></span> *Especialista em Segurança Pública (PUC-RS); mestre em Direito (UNIVALI-SC);  e doutorando em Sociologia (UFPR).</span></strong></div>
<div><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/segpublica.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-605" title="segpublica" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/segpublica.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a><br />
<span style="font-size: small;">&nbsp;</p>
<hr />
<p></span></strong><strong> </strong></p>
</div>
<div><strong> </strong></div>
<div><strong><span style="font-size: small;">Alguns dias atrás, durante uma operação  conjunta da Polícia Civil investida em um bairro periférico, acabamos por  prender mais um olheiro do tráfico, também conhecido como avião. Até aí nenhuma  novidade, apenas uma rotina. Menino pequeno, magricela, não mais que 13 anos de  idade. Usava um tênis da moda, uma bermuda de marca e estava sem camisa,  destacando seu corpo franzino demais, impossibilitado de impor medo a quem quer  que fosse. </span>Em suas mãos havia fogos de artifício e rojões prontos para serem usados na  surdina da nossa presença. Num dos bolsos tinha uma pequena quantidade de  maconha já devidamente embalada para a venda imediata. Sem força, sem muitas  expressões e agora sem algemas, estava sendo conduzido para a delegacia. Seu  corpo frágil quase que desaparecia no meio dos dois investigadores sentados ao  seu lado no banco traseiro da viatura. No trajeto, enquanto no volante, passei a  prestar atenção quando um dos policiais presentes começou a questioná-lo. Não  economizando nas palavras, o moleque começou o seu discurso, e a conversa  sucedeu-se mais ou menos assim:&nbsp;</p>
<p>Ele dizia fazer parte do tráfico há pelo menos cinco meses. Não soube  explicar o porquê de ter entrado, mas foi convicto em afirmar como sairia: rico,  morto ou preso. Estava feliz porque sabia que daquela condução, não permaneceria  preso. Em alguns minutos seria possivelmente entregue à responsabilidade de sua  mãe. Talvez considerando o humor do delegado plantonista e a existência de  vagas. Poderia passar no máximo alguns dias no Centro de Internamento  Provisório. Enfim, sem pouca modéstia, disse que era um dos melhores aviões do  bairro, que enxergava longe e sabia diferenciar as sombras; conhecia todos que  ali viviam, e, por exigência da profissão, todos que compravam drogas daquela  boca: Uma clientela elitizada e mais que fiel.<br />
Continuando sua retórica  juvenil e sonhadora, ainda narrou com tamanha sem-vergonhice, que conseguia  “cheirar” polícia vindo há quilômetros de distância e, ainda vangloriando-se,  era capaz de, em uma situação de emergência, ser o guri mais rápido no disparo  dos fogos de artifício. Achava-se bom o bastante para ser prontamente promovido  em questão de semanas ou meses. Tudo dependeria da abertura de vagas nos  escalões acima, e claro, contando com a nossa contribuição mais prisões e mortes  fazem a fila da promoção andar. Disse-nos que tinha como objetivo futuro assumir  logo uma boca do tráfico. E trocaria o seu salário de R$ 50,00 reais por dia,  como avião, para R$ 500, como gerente. Faria seu próprio exército, e logo, não  mais se satisfaria em comandar o movimento somente naquele local. Seria  necessário então, armar-se, lutar, matar e rezar para se manter vivo, os custos  não importam.<br />
Naquele instante fiquei pálido, não pelo discurso que tão bem  conhecia, mas pela facilidade da fluidez daquelas palavras, pela desenvoltura da  fala, e embora ainda atônito, não contra-argumentei, apenas continuei observando  tudo através do espelho retrovisor ao mesmo tempo em que dirigia. Todo aquele  discurso sobre o presente e o futuro, daquela narrativa sobre a  esperança<br />
infantil, mesmo querendo tornar-se um criminoso dava-nos um ar  lúdico se não fosse a nossa consciência da criminalidade exposta.</p>
<p>Ainda na viatura pensei sobre o que nós — governo e sociedade — temos a  oferecer em substituição do modo de viver deste moleque. Em conclui que não há  nada, se houver é pouco. Claro que não é somente uma questão econômica, tampouco  um dos exemplos de Karl Marx, mas façamos uma conta rápida: R$50 por dia como  avião, no fim do mês são R$1.500, mais que o salário de um investigador policial  em início de carreira. Se chegar ao alto escalão da criminalidade do tráfico,  passar a ganhar diária de R$500, no fim do mesmo seria R$ 15 mil.<br />
Não preciso  me esforçar para explicar o porquê da existência de tamanha fila de adolescentes  para entrar no ramo das drogas. Tudo mais que óbvio. E por isso questiono se  conseguimos convencê-los de que estudar e trabalha, nem que seja para ganhar um  salário mínimo como seus pais.</p>
<p>Acreditar nisso é uma ingenuidade nossa, e não deles. Acreditar que a  política criminal juvenil se opera somente dentro da normatividade da  “pura-norma-legal-escrita”.<br />
Mesmo que considerando o teor principiológico da  nossa Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente, ambas  arengas que tem na sua fundamentação e no seu discurso principal, a primazia da  infância saudável em todos seus aspectos.</p>
<p>Não basta mais, recrudescer a tipificação da delinqüência juvenil.<br />
É  necessário repensar não somente as políticas criminais juvenis, mas todo e  qualquer tipo de política pública, principalmente a social. É preciso convencer  esse jovem de que o salário mínimo e a aula da escola possuem mais valores  éticos e morais do que os R$1.500 ganhos de maneira ilícita.<br />
Convencê-lo de  que nem sempre o imediatismo da sua satisfação, como a compra de um par de tênis  com o dinheiro do tráfico, por exemplo, possa infringir as regras de um sistema  de valores pré-estabelecidos.<br />
Fazer com que a adolescência deixe de ser uma  ameaça social constantemente representada como violenta e facilmente convertida  em criminosa.<br />
É parar de tratá-lo como objeto de compaixão ou repressão, mas  nunca como sujeito de Direito, ou simplesmente ser-humano.<br />
Ou quem sabe,  deixar de acreditar que o círculo vicioso da rotulação desse jovem, resolve-se  na eterna desenvoltura do crime-prisão-internação.<br />
É obrigação nossa investir  em educação, saúde e esporte. Implementar áreas de lazer e desenvolver programas  de atividades educativas e recreativas. Valorizar os profissionais que tratam de  crianças e adolescentes. Assim se faz a verdadeira prevenção criminal, não  apenas evitando que criminosos cometam crimes, mas antes, evitar que crianças se  tornem criminosos.<br />
Parar de fingir que a polícia resolverá todo o problema  simplesmente prendendo; que o juiz resolverá julgando; que o Estado recuperará  este jovem apenas encarcerando-o e; por fim, deixar de fingir que toda a  sociedade não mais enxerga.<br />
O problema é meu e teu também.</p>
<p>E caso, se ainda assim resolvermos optar por insistir na teimosia deste  processo falido, de tudo o que restará, é a veracidade única do discurso desse  moleque, no qual em uma coisa ele terá razão:<br />
- Nossa juventude, ou será  criminosamente bem sucedida, ou será presa, ou será morta.<br />
Aliás, desta  forma, e voltando ao nosso pequeno personagem. Pode acreditar:<br />
- Mês que vem  prendo ele de novo!</p>
<p>Fonte</p>
<p></strong><strong> </strong><a href="http://www.conjur.com.br/2009-jan-15/historia_prisao_menino_olheiro_trafico_rs?boletim=849" target="_blank"><strong><span style="color: #2e4d2e; font-size: small;">http://www.conjur.com.br/2009-jan-15/historia_prisao_menino_olheiro_trafico_rs?boletim=849</span></strong></a></p>
</div>
</div>
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		<title>Indignação ou Conivência: Somos heróis ou vilões Ou somos os dois?</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 14:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Textos Interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
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		<description><![CDATA[Comportamentos; Muitas coisas acontecem no nosso dia-a-dia e as vezes nem nos damos conta. Uma palestra intrigante do psicólogo americano Philip Zimbardo sobre o mau que existe em todos nós. Palestra com legendas em português. É só clicar nos subtitles abaixo da tela assim que começar a apresentação. Esta meio rápido o vídeo, para melhor leitura, parar e seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address><strong>Comportamentos; Muitas coisas acontecem no nosso dia-a-dia e as  vezes nem nos damos conta. <span id="more-593"></span></strong></address>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/indignacao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-698" title="indignacao" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/indignacao.jpg" alt="" width="213" height="236" /></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/indignacao.jpg"></a>Uma palestra</strong> intrigante do  psicólogo americano Philip Zimbardo sobre o mau que existe em todos nós.<br />
<img title="Mais..." src="http://www.brasilquequeremos.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" />Palestra  com legendas em português. É só clicar nos subtitles abaixo da tela assim que  começar a apresentação.</p>
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/PhilZimbardo_2008-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/PhilZimbardo-2008.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=272&amp;lang=&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=philip_zimbardo_on_the_psychology_of_evil;year=2008;theme=to_boldly_go;theme=how_we_learn;theme=war_and_peace;theme=how_the_mind_works;event=TED2008;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=children;tag=crime;tag=education;tag=evil;tag=heroism;tag=peace;tag=prison;tag=psychology;tag=war;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed height="326" width="446" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/PhilZimbardo_2008-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/PhilZimbardo-2008.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=272&amp;lang=&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=philip_zimbardo_on_the_psychology_of_evil;year=2008;theme=to_boldly_go;theme=how_we_learn;theme=war_and_peace;theme=how_the_mind_works;event=TED2008;tag=Culture;tag=Global+Issues;tag=children;tag=crime;tag=education;tag=evil;tag=heroism;tag=peace;tag=prison;tag=psychology;tag=war;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash"></embed></object></div>
<div>Esta meio rápido o vídeo, para melhor leitura,  parar e seguir em cada texto.</div>
<p><strong>Resumo do Vídeo: </strong><strong>Os 3  fatores para gerar ações Ruins das pessoas comuns.</strong></p>
<p>1- Em que as Pessoas contribuem para estas  Situações?</p>
<p>2- O que estas situações obtêm delas?</p>
<div>
<div>
<div>
<div>
<div>3- O que existe no &#8220;Sistema&#8221; que Guia e mantém  estas situações?</div>
<hr />
</div>
<div>E que muitas vezes foram aplicadas por  <strong>Ditadores,  exterminadores</strong> e até <strong>&#8220;chefes&#8221;</strong> que se acham acima  de tudo e de todos.</div>
</div>
<div>
<div>
<div>Verificado em <strong>Brigas nas saídas de campos de  Futebol</strong>, em linchamentos.</div>
<hr />
</div>
<div>Para se ter um &#8220;Herói ou Salvador&#8221;, temos que apreender a ser  <strong>Divergente.</strong></div>
<div>Ir contra a conformidade do Grupo em  situações de abuso e covardia.</div>
<div><strong>Agir quando todos estão  passivos.</strong></div>
<div>Agir de modo<strong> Sociocêntrico</strong> e não  <strong>Egocêntrico</strong></div>
<div>Fazer o que qualquer um pode fazer. Moral é que  qualquer um deveria ter FEITO e todos os que participaram sem participar da  solução, <strong>foram  coniventes.</strong></div>
<div><strong>MAL da inanição Passiva, </strong>Tem como Origem: {os Pais sempre diziam, não  se envolva, cuide de sua Vida&#8230;}</div>
<div><strong>Poder</strong> sem supervisão é a receita  para o <strong>ABUSO</strong>.</div>
<div>Compreender não é desculpar. A psicologia não é  desculpologia.</div>
<div>Prepotência, Preconceito e Violência são  <strong>DOENÇAS.</strong></div>
<hr />
</div>
<div>
<div>- Gandhi,<strong> com certeza é um dos  maiores e melhores exemplos de ser humano. </strong></div>
<div><strong>(Pena que o ser humano é um selvagem por natureza  e que uma minoria ainda não tem a consciência plena de  humanidade)</strong></div>
<div><strong>Minoria esta que, muitas vezes de aproveita da  boa fé da maioria)</strong></div>
<div><strong>(muito bonita a historia de Gandhi) porem  um grande exemplo de:</strong></div>
<div><strong> </strong><strong>Opressão, injustiça e principalmente conivência da humanidade,  como em todos os demais grandes exemplos de injustiças contra o ser  humano.</strong></div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Nova fonte de arrecadação para os Consepros</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/sugestao-de-projetos/nova-fonte-de-arrecadacao-para-os-consepros-2.html</link>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 03:19:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sugestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Sugestão de Projeto de Lei Encaminhado Aos Srs. Deputados em 08 de Agosto de 2008   Projeto I -  Lei Estadual:  - Fundo Policial para Manutenção &#8211; (fuPOLma)  { Nos moldes do Furrebom } Os recursos que antes eram canalizados aos consepros podem ser revistos de imediato. Por exemplo: Destinar ao CONSEPRO do Local. R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Sugestão de Projeto de Lei<span id="more-704"></span></span></p>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/NovaFonte.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-705" title="NovaFonte" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/NovaFonte.jpg" alt="" width="299" height="168" /></a></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Encaminhado Aos Srs. Deputados em <strong>08 de Agosto de 2008</strong><br />
<strong> </strong></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>Projeto I -  Lei Estadual:</strong> </span></div>
<p>-<strong> Fundo Policial para Manutenção</strong> &#8211; (fuPOLma)  { Nos moldes do Furrebom }<br />
Os recursos que antes eram canalizados aos consepros podem ser revistos de imediato.<br />
Por exemplo: Destinar ao CONSEPRO do Local.</p>
<p>R$ 3,00 nos valores de hoje por cada um documento emitido, sendo a origem:</p>
<p>R$ 1,00 do Estado R$1,00 do Município e R$ 1,00 do contribuinte.</p>
<p>% em R$ de cada emissão de certificado de propriedade de veiculo.<br />
% em R$ de cada emissão de carteira de motorista e identidade.<br />
% em R$ de cada emissão de certidões de ocorrências e de trânsito,</p>
<p>Os valores viriam através da Prefeitura e administrado pelo consepro, só poderão ser  gastos,<br />
{fiscalizado pelo tribunal de contas} com as Policias Militar e Civil, em:<br />
<strong>1- Aquisição ou concerto de viaturas,</strong><br />
<strong>2- compra de equipamentos e</strong><br />
<strong>3- investimentos em projetos de educação tipo: ( proerd, prosepa, transito e brigada mirim)</strong></p>
<p>Consepros, hoje -&gt; Contribuições voluntárias, não funcionam.</p>
<p> <span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Em Farroupilha a Comunidade  já Investiu + de R$ 3 Milhões em segurança, fora as reformas na, Brigada, delegacia e bombeiros.<br />
Esta cada vez mais difícil captar doações voluntárias e não obrigatórias, pois não se tem a contrapartida do Governo.<br />
Desde papel para processos até pneus para viaturas tem que ser providenciado pela comunidade&#8230;<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Receita  em Farroupilha do Consepro, últimos 12 meses: R$ 2.800,00</span></p>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>Projeto II</strong><br />
Sugerimos o estudo de implantação no currículo escolar, Do PROERD e a &#8220;educação para o trânsito&#8221;, em parceria com a Brigada militar e ou na falta de condições da Brigada, monitores especialmente por estes treinados, com aulas regulares como qualquer outra disciplina.<br />
Às vezes nas Cidades, o PROERD é o único programa de prevenção ao uso de drogas. </span></div>
<div> </div>
<div><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Projetos em Andamento:</span></strong></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">1-<br />
<strong>Proerd, plano de prevenção sobre drogas</strong>.<br />
Realização da Brigada Militar em conjunto com o Poder público algumas entidades e empresas da cidade.<br />
PESQUISA sobre PROERD ano 2009  (95% das crianças que participaram não foram para drogas)<br />
Desde 2002 temos o Projeto em nossa Cidade<br />
Atendemos 2.500 crianças e Pais por ano, em todas as escolas da cidade, municipais, estaduais e particulares.<br />
Em 2011 já são 14.000 crianças atendidas.<br />
OBS:  Em 2007 Conseguimos o patrocínio das *cartilhas do PROERD, com Grupo GERDAU, que acabou beneficiando todo o estado do RS com a confecção de 140.000 cartilhas ano. Graças ao exemplo realizado em nossa cidade.<br />
*Depois de 2001 e até 2007 cada cidade tinha que fazer as suas.<br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;">Total de Alunos/pais Formados no PROERD em Farroupilha – RS </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>Ano </strong><strong>Quantidade</strong></span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2010</strong> <strong>2.420</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2009</strong> <strong>2.500</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2008</strong> <strong>1.970</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2007</strong> <strong>1.350</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2006</strong> <strong>1.470</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2005</strong> <strong>1.400</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2004</strong> <strong>1.260</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2003</strong> <strong>1.450</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>2002</strong> <strong>180</strong> </span></div>
<div><span style="font-family: Verdana; font-size: medium;"><strong>Total de Alunos e Pais</strong> <strong>14.000</strong> </span></div>
<p>2-<br />
<strong>Casas para policiais,</strong><br />
núcleos residenciais junto aos Bairros e comunidades do Interior.<br />
Já temos em nossa Cidade:<br />
26 (5 casas que Consepro/mocovi construiu) (8 cedidas pela prefeitura) (8 casas junto aos distritos Policiamento comunitário)<br />
(5 casas entregues em março/2011) 42 pagamento de ajuda de aluguel (300,00 cada um) = 68 policiais que recebem este auxilio direto<br />
5 casas em construção serão entregues em 2011<br />
10 Aptºs + 2 coberturas em 2012 (em obra junto a BM)<br />
10 Aptºs junto a nova delegacia + 2 coberturas {triangulo da segurança} para 2013/14 =<br />
10 casas 2015 =<br />
até fim 2015  =&gt; 39 + 26= ficaremos com um total de;<br />
65 casas a disposição dos policiais em nossa cidade.<br />
( a fila vai ser grande de policiais querendo vir morar em Farroupilha)</p>
<p>3-<br />
<strong>Veículos recebidos: desde 2009;</strong><br />
2 usados recuperados (Blazer e S10) + 4 novos (Vectra, Focus, Prisma e Celta) = + 6 na frota.</p>
<p>4-<br />
<strong>Muitos outros Projetos ainda em Andamento &#8230;</strong><br />
1-  Concurso: melhor frase contra drogas.<br />
2- Concurso: 10 MANDAMENTOS Do Professor, Aluno e Pais.<br />
3- Prefeito pode se tornar; O Prefeito que resolveu o Problema de Segurança para O resto da VIDA.<br />
4- A Criação um &#8220;conselho de segurança&#8221; composto pelos principais órgãos ligados.<br />
É urgente e Importante Objetivo: reunir 1 x por mês e resolver dia dia, principalmente:<br />
Poder publico, Brigada, Policia Civil, Ministério Publico, Judiciário e entidades (UAB, OAB, CONDICA, COMAD, etc&#8230; )<br />
Tendo o Prefeito como Presidente deste conselho.<br />
Quem cuida da Segurança na Cidade? (é o Estado, onde esta o Estado?)</p>
<p>Quadro funcional das policias; 25.000 BM  + 8.000 PC</p>
<p>Grato<br />
Glacir Gomes ex-presidente<br />
Consepro &#8211; FARROUPILHA CONSELHO COMUNITÁRIO PRÓ-SEGURANÇA PÚBLICA<br />
MOCOVI &#8211; Movimento Comunitário de Combate à Violência de Farroupilha RS<br />
Saiba mais -&gt; <a href="http://www.mocovi.com.br" target="_blank">www.mocovi.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.pvfar.com.br/index.php/sugestao-de-projetos/nova-fonte-de-arrecadacao-para-os-consepros-2.html/feed</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Bombeiros Mistos: Bombeiros, Defesa Civil e Voluntário</title>
		<link>https://www.pvfar.com.br/index.php/sugestao-de-projetos/bombeiros-mistos-bombeiros-defesa-civil-e-voluntario.html</link>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 21:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sugestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Resgates]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.pvfar.com.br/?p=127</guid>
		<description><![CDATA[Sugestão de Projeto de Lei Segurança, Resgates de acidentados; Sugestão de Projeto para o Brasil: Para que Corpo de Bombeiros se tornem “Bombeiros Mistos” {Bombeiros &#38; Defesa Civil &#38; Voluntários}   Proposta: (enviada aos Srs.. Senadores e Imprensa) 16/11/2010 Várias pessoas gostam de prestar serviços aos seus semelhantes em troca de: Se sentir bem e sem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Sugestão de Projeto de Lei<img title="Mais..." src="http://www.pvfar.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /><span id="more-127"></span></h2>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/DefesaCivil.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-709" title="DefesaCivil" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/DefesaCivil.jpg" alt="" width="82" height="82" /></a></p>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/DefesaCivil.jpg"></a><strong>Segurança, Resgates de acidentados;</strong></p>
<p>Sugestão de Projeto para o Brasil: Para que Corpo de Bombeiros se tornem “Bombeiros Mistos”</p>
<p>{Bombeiros &amp; Defesa Civil &amp; Voluntários}   Proposta: (enviada aos Srs.. Senadores e Imprensa) 16/11/2010</p>
<p>Várias pessoas gostam de prestar serviços aos seus semelhantes em troca de: Se sentir bem e sem o interesse político.</p>
<p>Em Farroupilha RS: Um Grupo de Resgate Voluntário hoje esta “proibido” de prestar seus serviços que vinha sendo feito a mais de 9 anos na Cidade. {Grupo com 20 voluntários e 5 viaturas, muitos inclusive com “diploma de bombeiro”.}</p>
<address>O corpo de Bombeiros Local possuem 16 Bombeiros e 2 viaturas de resgate. Se descontar; Férias, folgas, licenças, etc… </address>
<address>{quantos ficam a disposição da comunidade diariamente?} </address>
<p>Dia 13/11/2010 recebemos 2 senadores e o corpo de Bombeiros Local não aceitou a ajuda dos Voluntários e pediu apoio para Cidades Vizinhas: Caxias do Sul e Bento Gonçalves. RS</p>
<p>Qual a lógica e o beneficio para as comunidades envolvidas e mal atendidas?</p>
<p><strong>Glacir N da S Gomes.</strong></p>
<hr />
<p><strong> </strong><strong>—- Original Message —– <strong>From:</strong> <a title="glacir@s-shop.com.br" href="mailto:glacir@s-shop.com.br">Glacir Gomes</a> <strong>To:</strong> <a title="raquelli_dubal@hotmail.com" href="mailto:raquelli_dubal@hotmail.com">Ana Amelia – assessora</a> ; <a title="contato@anaamelialemos.com.br" href="mailto:contato@anaamelialemos.com.br">ana amelia lemos.com.br</a> ; <a title="tiao.viana@senador.gov.br" href="mailto:tiao.viana@senador.gov.br">Senador AC</a> ; <a title="geraldo.mesquita@senador.gov.br" href="mailto:geraldo.mesquita@senador.gov.br">Senador AC</a> ; <a title="jtenorio@senador.gov.br" href="mailto:jtenorio@senador.gov.br">Senador AL</a> ; <a title="renan.calheiros@senador.gov.br" href="mailto:renan.calheiros@senador.gov.br">Senador al</a> ; <a title="fernando.collor@senador.gov.br" href="mailto:fernando.collor@senador.gov.br">Senador AL</a> ; <a title="joaopedro@senador.gov.br" href="mailto:joaopedro@senador.gov.br">Senador AM</a> ; <a title="jefferson.praia@senador.gov.br" href="mailto:jefferson.praia@senador.gov.br">Senador AM</a> ; <a title="arthur.virgilio@senador.gov.br" href="mailto:arthur.virgilio@senador.gov.br">Senador AM</a> ; <a title="sarney@senador.gov.br" href="mailto:sarney@senador.gov.br">Senador AP</a> ; <a title="papaleo@senador.gov.br" href="mailto:papaleo@senador.gov.br">Senador AP</a> ; <a title="gilvamborges@senador.gov.br" href="mailto:gilvamborges@senador.gov.br">Senador AP</a> ; <a title="joaodurval@senador.gov.br" href="mailto:joaodurval@senador.gov.br">Senador BA</a> ; <a title="cesarborges@senador.gov.br" href="mailto:cesarborges@senador.gov.br">Senador BA</a> ; <a title="acmjr@senador.gov.br" href="mailto:acmjr@senador.gov.br">Senador BA</a> ; <a title="tasso.jereissati@senador.gov.br" href="mailto:tasso.jereissati@senador.gov.br">Senador CE</a> ; <a title="inacioarruda@senador.gov.br" href="mailto:inacioarruda@senador.gov.br">Senador CE</a> ; <a title="heraclito.fortes@senador.gov.br" href="mailto:heraclito.fortes@senador.gov.br">Senador DF</a> ; <a title="gim.argello@senador.gov.br" href="mailto:gim.argello@senador.gov.br">Senador DF</a> ; <a title="cristovam@senador.gov.br" href="mailto:cristovam@senador.gov.br">Senador DF</a> ; <a title="renatoc@senador.gov.br" href="mailto:renatoc@senador.gov.br">Senador ES</a> ; <a title="magnomalta@senador.gov.br" href="mailto:magnomalta@senador.gov.br">Senador ES</a> ; <a title="gecamata@senador.gov.br" href="mailto:gecamata@senador.gov.br">Senador ES</a> ; <a title="marconi.perillo@senador.gov.br" href="mailto:marconi.perillo@senador.gov.br">Senador GO</a> ; <a title="demostenes.torres@senador.gov.br" href="mailto:demostenes.torres@senador.gov.br">Senador GO</a> ; <a title="lobaofilho@senador.gov.br" href="mailto:lobaofilho@senador.gov.br">Senador MA</a> ; <a title="adelmir.santana@senador.gov.br" href="mailto:adelmir.santana@senador.gov.br">Senador MA</a> ; <a title="wellington.salgado@senador.gov.br" href="mailto:wellington.salgado@senador.gov.br">Senador MG</a> ; <a title="eliseuresende@senador.gov.br" href="mailto:eliseuresende@senador.gov.br">Senador MG</a> ; <a title="eduardo.azeredo@senador.gov.br" href="mailto:eduardo.azeredo@senador.gov.br">Senador MG</a> ; <a title="valterpereira@senador.gov.br" href="mailto:valterpereira@senador.gov.br">Senador MS</a> ; <a title="delcidio.amaral@senador.gov.br" href="mailto:delcidio.amaral@senador.gov.br">Senador MS</a> ; <a title="jayme.campos@senador.gov.br" href="mailto:jayme.campos@senador.gov.br">Senador MT</a> ; <a title="gilberto.goellner@senador.gov.br" href="mailto:gilberto.goellner@senador.gov.br">Senador MT</a> ; <a title="josenery@senador.gov.br" href="mailto:josenery@senador.gov.br">Senador PA</a> ; <a title="mario.couto@senador.gov.br" href="mailto:mario.couto@senador.gov.br">Senador PA</a> ; <a title="flexaribeiro@senador.gov.br" href="mailto:flexaribeiro@senador.gov.br">Senador PA</a> ; <a title="ecafeteira@senador.gov.br" href="mailto:ecafeteira@senador.gov.br">Senador PB</a> ; <a title="efraim.morais@senador.gov.br" href="mailto:efraim.morais@senador.gov.br">Senador PB</a> ; <a title="jose.maranhao@senador.gov.br" href="mailto:jose.maranhao@senador.gov.br">Senador PB</a> ; <a title="cicero.lucena@senador.gov.br" href="mailto:cicero.lucena@senador.gov.br">Senador PB</a> ; <a title="marco.maciel@senador.gov.br" href="mailto:marco.maciel@senador.gov.br">Senador PE</a> ; <a title="sergio.guerra@senador.gov.br" href="mailto:sergio.guerra@senador.gov.br">Senador PE</a> ; <a title="jarbas.vasconcelos@senador.gov.br" href="mailto:jarbas.vasconcelos@senador.gov.br">Senador PE</a> ; <a title="maosanta@senador.gov.br" href="mailto:maosanta@senador.gov.br">Senador PI</a> ; <a title="j.v.claudino@senador.gov.br" href="mailto:j.v.claudino@senador.gov.br">Senador PI</a> ; <a title="osmardias@senador.gov.br" href="mailto:osmardias@senador.gov.br">Senador PR</a> ; <a title="flavioarns@senador.gov.br" href="mailto:flavioarns@senador.gov.br">Senador PR</a> ; <a title="alvarodias@senador.gov.br" href="mailto:alvarodias@senador.gov.br">Senador PR</a> ; <a title="augusto.botelho@senador.gov.br" href="mailto:augusto.botelho@senador.gov.br">Senador PT</a> ; <a title="paulo.duque@senador.gov.br" href="mailto:paulo.duque@senador.gov.br">Senador rj</a> ; <a title="crivella@senador.gov.br" href="mailto:crivella@senador.gov.br">Senador RJ</a> ; <a title="francisco.dornelles@senador.gov.br" href="mailto:francisco.dornelles@senador.gov.br">Senador RJ</a> ; <a title="jose.agripino@senador.gov.br" href="mailto:jose.agripino@senador.gov.br">Senador RN</a> ; <a title="garibaldi.alves@senador.gov.br" href="mailto:garibaldi.alves@senador.gov.br">Senador RN</a> ; <a title="valdir.raupp@senador.gov.br" href="mailto:valdir.raupp@senador.gov.br">Senador RO</a> ; <a title="fatima.cleide@senadora.gov.br" href="mailto:fatima.cleide@senadora.gov.br">Senadora RO</a> ; <a title="expedito.junior@senador.gov.br" href="mailto:expedito.junior@senador.gov.br">Senador RO</a> ; <a title="romero.juca@senador.gov.br" href="mailto:romero.juca@senador.gov.br">Senador RR</a> ; <a title="mozarildo@senador.gov.br" href="mailto:mozarildo@senador.gov.br">Senador RR</a> ; <a title="zambiasi@senador.gov.br" href="mailto:zambiasi@senador.gov.br">Senador RS</a> ; <a title="simon@senador.gov.br" href="mailto:simon@senador.gov.br">Senador rs</a> ; <a title="paulopaim@senador.gov.br" href="mailto:paulopaim@senador.gov.br">Senador rs</a> ; <a title="raimundocolombo@senador.gov.br" href="mailto:raimundocolombo@senador.gov.br">Senador sc</a> ; <a title="neutodeconto@senador.gov.br" href="mailto:neutodeconto@senador.gov.br">Senador SC</a> ; <a title="ideli.salvatti@senadora.gov.br" href="mailto:ideli.salvatti@senadora.gov.br">Senadora SC</a> ; <a title="antval@senador.gov.br" href="mailto:antval@senador.gov.br">Senador SE</a> ; <a title="almeida.lima@senador.gov.br" href="mailto:almeida.lima@senador.gov.br">Senador SE</a> ; <a title="eduardo.suplicy@senador.gov.br" href="mailto:eduardo.suplicy@senador.gov.br">Senador SP</a> ; <a title="mercadante@senador.gov.br" href="mailto:mercadante@senador.gov.br">Senador SP</a> ; <a title="leomar@senador.gov.br" href="mailto:leomar@senador.gov.br">Senador TO</a> ; <a title="joaoribeiro@senador.gov.br" href="mailto:joaoribeiro@senador.gov.br">Senador TO</a> ; <a title="marinasi@senado.gov.br" href="mailto:marinasi@senado.gov.br">Senadora AC</a> ; <a title="patricia@senadora.gov.br" href="mailto:patricia@senadora.gov.br">Senadora CE</a> ; <a title="lucia.vania@senadora.gov.br" href="mailto:lucia.vania@senadora.gov.br">Senadora GO</a> ; <a title="roseana.sarney@senadora.gov.br" href="mailto:roseana.sarney@senadora.gov.br">Senadora MA</a> ; <a title="marisa.serrano@senadora.gov.br" href="mailto:marisa.serrano@senadora.gov.br">Senadora MS</a> ; <a title="serys@senadora.gov.br" href="mailto:serys@senadora.gov.br">Senadora MT</a> ; <a title="rosalba.ciarlini@senadora.gov.br" href="mailto:rosalba.ciarlini@senadora.gov.br">Senadora RN</a> ; <a title="maria.carmo@senadora.gov.br" href="mailto:maria.carmo@senadora.gov.br">Senadora SE</a> <strong>Sent:</strong> Tuesday, November 16, 2010 10:38 AM <strong>Subject:</strong> Proposta para o Brasil? {Bombeiros &amp; Defesa Civil &amp; Voluntários}</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><strong> </strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.spacofm.com.br/noticias_detalhes.php?id=3594" target="_blank"><strong>http://www.spacofm.com.br/noticias_detalhes.php?id=3594</strong></a></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong><strong>*Aposentados – Romaria reuniu dois senadores em Caravaggio</strong><br />
A 1ª Romaria dos Aposentados ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, realizada na manhã deste sábado, 13/11/2010, reuniu dois senadores da República eleitos no último 3 de outubro. Fazendo questão de percorrer a pé o trecho entre o Colégio São Tiago e Caravaggio, Ana Amélia Lemos (PP) e Paulo Paim (PT) vieram agradecer os votos conquistados na região, participando também da missa das 11h.<br />
Após a celebração, a comitiva estendeu o roteiro em um almoço servido junto ao complexo do santuário.</p>
<p><strong>* Ana Amélia Lemos reafirma compromisso com a Serra e promete lutar pela liberdade de imprensa no Senado</strong><br />
Durante visita a Farroupilha no último sábado, quando participou da 1ª Romaria dos Aposentados ao Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, a senadora eleita Ana Amélia Lemos reafirmou seu compromisso com a Serra, tanto pela representatividade vista nas urnas quanto ao espaço que a região tem lhe oferecido.<br />
Antes de acompanhar a celebração oficial do evento na oportunidade, a jornalista também falou da luta que vai travar no Congresso pela liberdade de imprensa, uma de suas bandeiras na campanha eleitoral.</p>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/senadores-em-Far.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1458" title="senadores em Far" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/senadores-em-Far-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/PAIm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1459" title="PAIm" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/PAIm-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pain21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1461" title="pain2" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/pain21-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>VOLTA DOS CASSINOS de LUXO NO BRASIL</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 21:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sugestão de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Sugestão de Projeto de Lei Sugestão; Tanto o governo federal como os estaduais estão sempre  em busca de novas fontes e pensando  em criar novos impostos, principalmente à volta da CPMF,  que na minha ótica é sem sentido haja visto que o Brasil já tem  uma das cargas tributárias + altas do mundo, com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sugestão de Projeto de Lei<span id="more-115"></span></strong></p>
<div>
<h2><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/cassinos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-711" title="cassinos" src="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/cassinos.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a></h2>
<h2><a href="http://www.pvfar.com.br/wp-content/uploads/2011/05/cassinos.jpg"></a>Sugestão;</h2>
<p>Tanto o governo federal como os estaduais estão sempre  em busca de novas fontes e pensando  em criar novos impostos, principalmente à volta da CPMF,  que na minha ótica é sem sentido haja visto que o Brasil já tem  uma das cargas tributárias + altas do mundo, com o menor retorno ao cidadão.</p>
<p><em>Diante disso gostaria de sugerir uma opção alternativa a criação de novos impostos a todos os brasileiros.</em></p>
<p><strong>VOLTA DOS CASSINOS de LUXO NO BRASIL</strong></p>
<p>O único ponto negativo que se comenta: pais de família poderiam perder o sustento dos seus filhos.</p>
<p>VANTAGENS DA VOLTA DOS CASSINOS DE LUXO</p>
<p>Milhares de outros pais irão ganhar o sustento dos seus filhos, através dos empregos gerados nestes cassinos.</p>
<p>Manteremos milhões em divisas dos brasileiros que costumam  viajar para jogar nos cassinos fora do país.</p>
<p>Ficaremos com   milhões em divisas de estrangeiros que virão jogar no nosso país</p>
<p>Serão criados  milhares de empregos para na construção destes cassinos</p>
<p>Aumentará enormemente o TURISMO no BRASIL com mais este atrativo além das belezas naturais já existentes.</p>
<p>Instala-se a maior Indústria do Mundo e sem Chaminé.</p>
<p>Todos os países desenvolvidos  tem cassinos em seus territórios e poucos vêem desvantagens nisso, ou ao menos concordam que vale à pena mante-los devido que  as vantagens superarem em muito.</p>
<p>Mesmo os países com menor desenvolvimento como: Uruguai, Paraguai, Argentina, tem cassinos e não pensam em desativá-los</p>
<p>O que dizer de LAS VEGAS…….ATLANTIC CITY, e outras mais</p>
<p>Com certeza países como os USA conseguiram criar mecanismos  para controlar  a geração dos impostos destes cassinos de forma segura e ON LINE para o governo poder cobrar os impostos e não ter sonegação. Um computar consegue monitorar e acionar a policia Federal</p>
<p>Todos os impostos derivados dos jogos, que poderiam ser semelhantes a dos cigarros, bebidas, poderiam ser canalizados 100% para a saúde, <strong>ou para a CPMF DO JOGO</strong><strong> </strong><strong>ou para contribuir na redução do rombo da PREVIDENCIA</strong> assim a consciência ficaria mas tranqüila.</p>
<p>Para quem defende o NÃO para os CASSINOS o que dizer da: MEGASENA, QUINA, LOTO, DUPLASENA, LOTOMANIA, LOTERIA FEDERAL, LOTOFÁCIL, LOTECA, CORRIDA DE CAVALOS,  jogos criados  e incentivados pelo nosso próprio governo</p>
<p>Em se utilizando a sugestão acima,  com certeza os brasileiros  irão gostar do fato da  NÃO CRIAÇÃO DE UM NOVO IMPOSTO COMO A  extinta CPMF, em troca da aceitação da volta dos cassinos para que com os impostos criados através do jogo  serem canalizados  o todo ou em parte a deficiência do governo com a saúde pública.</p>
<p>Colaborador – Vilson A. Nicolodi – Enviado a todos senhores Senadores em: 26/03/2011</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Programa, Os Princípios:</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 19:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glacir Gomes</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1.</strong>O PV é um instrumento da ecologia política. <span id="more-51"></span>Sua existência não é um fim em si mesmo e só faz sentido na medida em que sirva para fazer avançar suas idéias e programa na sociedade transformando concretamente a realidade. O PV faz parte de uma família política internacional, os verdes, que cresce em todo o mundo, desde o final dos anos 70. Relaciona-se com os partidos e movimentos verdes de outros países com base na autonomia, fraternidade e solidariedade. Propõe-se a desenvolver uma estratégia conjunta e uma ação coordenada em favor do desarmamento, da desnuclearização, do ecodesenvolvimento, da solução negociada dos conflitos e do respeito às liberdades democráticas, justiça social e direitos humanos em todos os países do mundo.</p>
<p><strong>2.</strong>Considerando a crescente impotência dos estados nacionais, mesmo os das nações mais poderosas, de controlar os fluxos da especulação financeira internacional e o aprofundamento das desigualdades na relação norte-sul; o aumento da exclusão, do desemprego e das injustiças sociais; as ameaças ambientais em escala planetária, como o &#8220;efeito estufa&#8221;, a deterioração da camada de ozônio e a proliferação nuclear; os verdes deve tomar a iniciativa de propor formas supranacionais de controle democrático sobre as movimentações especulativas de capitais, sobre o fluxo de produtos e serviços que não contemplem em seus países de origem a sustentabilidade econômica, social e ambiental, e as agressões ao meio ambiente de efeito global.</p>
<p><strong>3.</strong>O PV luta pelo fortalecimento do movimento ecologista e pela realização das suas propostas. Funciona como um canal de ação política, no campo institucional, para servir o ambientalismo, sem pretensões hegemônicas ou instrumentalizantes. O PV participa, através dos seus militantes, dos movimentos sociais, culturais e das organizações não governamentais. O PV deve organizar-se junto às comunidades locais, obter o poder através dos diversos níveis do legislativo e executivo, para a execução do programa verde no plano local, regional e nacional.</p>
<p><strong>4.</strong>O PV não se aprisiona na estreita polarização esquerda versus direita. Situa-se à frente. Está aberto ao diálogo como todas as demais forças políticas com o objetivo de levar à prática as propostas e programas verdes. O PV identifica-se com o ideário de esquerda no compromisso com as aspirações da grande maioria trabalhadora da população e na solidariedade com todos os setores excluídos, oprimidos e discriminados. Defende a redistribuição da renda, a justiça social, o papel regulador e protetor do poder público em relação aos desfavorecidos e os interesses da maioria dos cidadãos, não só diante do poder econômico, como dos privilégios corporativistas. Mas não segue os cânones da esquerda tradicional, da mesma forma com que questiona a hegemonia neoliberal, duas vertentes do paradigma produtivista do século XIX. Os verdes buscam na ecologia política novos caminhos para os problemas do planeta.</p>
<p><strong>5.</strong>O PV se identifica com os princípios democráticos e pluralistas: sufrágio universal, pluripartidarismo, voto facultativo, separação de poderes públicos e subordinação das Forças Armadas ao poder civil, livremente eleito pelo povo. Reconhece na democracia o instrumento de superação de divergências e defende o aprofundamento de uma cultura democrática que estimule o convívio pacífico, harmonioso, solidário e cooperativo entre os cidadãos. O PV defende no campo institucional:</p>
<p><strong>A REFORMA DO ESTADO:</strong> a modernização, informatização, desburocratização e democratização, visando à formação de um corpo de administração eficiente, impessoal e democrático, capaz de atender da mesma forma qualquer cidadão, independente do seu status social. Esse objetivo de médio e longo prazo passa por uma política de remanejamento de pessoal, combate à acumulação de aposentadoria, destinado a racionalizar o número de funcionários, esvaziar o clientelismo e chegar a um corpo menor, bem remunerado e instruído de servidores públicos, prestando serviços com atuação responsável.</p>
<p><strong>A FEDERAÇÃO:</strong> Aprimoramento do desenho institucional do País para a afirmação de uma verdadeira federação através da definição clara dos papeis da União, Estados e Municípios e dos mecanismos que permitam a integração destas três instâncias e a criação de novas, integradas, com autoridade sobre ecossistemas, bacias hidrográficas e regiões metropolitanas.</p>
<p><strong>O PODER LOCAL:</strong> os municípios devem recuperar o conjunto de competências necessárias ao seu exercício que significa a gestão do dia a dia da população. Deve passar à órbita municipal a gestão efetiva dos transportes e do trânsito, das águas e esgotos, do meio ambiente, da segurança, da saúde, da educação e dos demais setores básicos de imediato interesse da população.</p>
<p><strong>A DEMOCRACIA PARTICIPATIVA:</strong> devem ser criados mecanismos de democracia direta, como referendos ou plebiscitos que permitam aos cidadãos deliberar diretamente sobre questões de âmbito nacional, regional ou local, facilitada à participação ativa da população em conselhos para deliberar, fiscalizar e dar mais entrosamento e eficácia à ação do poder público.</p>
<p><strong>A AGENDA 21:</strong> compromisso planetário assumido na Conferência Rio 92 a ser implementado no âmbito nacional, regional e local para viabilizar os programas socioambientais nela contidos com sua metodologia participativa na busca da sustentabilidade.</p>
<p><strong>O PARLAMENTARISMO:</strong> trata-se de um modelo institucional mais flexível e eficaz. O Partido Verde considera que eleitorado deve voltar a ser consultado sobre essa questão.</p>
<p><a href="http://www.pv.org.br/interna_programa.shtml" target="_blank">http://www.pv.org.br/interna_programa.shtml</a></p>
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